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Futebol O presidente da Fifa estuda a proposta de realizar a Copa do Mundo feminina a cada dois anos

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Infantino confirmou que irá concorrer à reeleição na entidade. (Foto: Reprodução)

O presidente da Fifa (a entidade máxima do futebol), Gianni Infantino, cogita fazer a Copa do Mundo feminina a cada dois anos. De acordo com o dirigente, seria uma forma de impulsionar o futebol feminino ainda mais. A ideia foi dada pelo presidente da Federação Francesa de Futebol e é vista com bons olhos por Infantino. Atualmente, o torneio ocorre a cada quatro anos assim como o masculino. As informações são do site GloboEsporte.

Com França 2019, nós tivemos mais de um bilhão de espectadores pelo mundo e alguns números incríveis em países onde o futebol feminino normalmente não está nem perto do jogo masculino, como Itália, Brasil ou Inglaterra”, disse Infantino.

Este tremendo sucesso desencadeou algumas propostas, nas quais já estamos trabalhando. Além disso, o presidente da Federação Francesa de Futebol (Noel) Le Graet apresentou uma proposta que passou um pouco despercebida: jogar a Copa do Mundo Feminina da FIFA a cada dois anos, em vez de quatro. Isso geraria benefícios e impulso que se encaixam exatamente no que o jogo feminino precisa no momento. É algo que devemos colocar em discussão”, afirmou o dirigente nesta sexta-feira em conversa com a imprensa, no Catar, na véspera da decisão do Mundial de Clubes.

Próxima edição

A próxima edição do Mundial feminino já terá uma alteração: passará de 24 para 32 seleções. Brasil, Japão, Colômbia e Austrália/Nova Zelândia (candidatura conjunta) são os candidatos a abrigar a disputa. A sede será conhecida em junho durante o congresso do conselho da Fifa. Em 2019, a França foi o país responsável por organizar o torneio, que acabou sendo conquistado pelos Estados Unidos.

O objetivo de aumentar o número de seleções, segundo a Fifa, é “favorecer o desenvolvimento do futebol feminino”.

O sucesso retumbante da Copa do Mundo deste ano mostrou claramente que chegou a hora de seguir este impulso e adotar medidas concretas para favorecer o crescimento do futebol feminino”, declarou Gianni Infantino à época do anúncio.

Eu estou feliz de ver esta proposta – a primeira de uma longa série – se tornar realidade”, acrescentou o dirigente suíço do futebol mundial.

Depois da Copa de 2019, organizada na França de 7 de junho a 7 de julho, Gianni Infantino havia declarado que estava determinado a dar continuidade a seus projetos de expansão para o próximo torneio, e considerou a edição deste ano de “a melhor Copa do Mundo feminina da história”.

Vencida pelos Estados Unidos e com algumas polêmicas em torno da arbitragem, a competição teve duelos equilibrados na primeira fase apesar da incrível goleada das americanas sobre a seleção da Tailândia por 13 a 0. A questão a respeito de um nível heterogêneo demais foi levantada pelos críticos da expansão do Mundial.

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