“A gente viu na TV reportagens de negócios que antes não eram viáveis pois transferências eram caras. No interior, há cidades que não têm ATMs [máquinas de saques] e que não têm agência bancária”, explicou.
O novo sistema de pagamentos e transferências, acrescentou ele, também vai gerar uma maior competição no sistema financeiro nacional, assim como a oferta de novos produtos.
“A gente diminui a barreira de entrada. Quando diminui barreira de entrada, incentivas novos entrantes, novas empresas de tecnologia, as ‘fintechs’ [pequenas empresas de tecnologia que atuam no setor financeiro]. Vai gerar uma competição e vai baratear o custo. E isso provoca grande diversidade no sistema”, concluiu.
Campos Neto disse, ainda, que o Pix aumentará a segurança do sistema de transferências e pagamentos eletrônicos, pois o dinheiro será mais “rastreável”. “A gente sabe onde os recursos estão. Diminui várias práticas de crimes, de lavagem de dinheiro. Ele é eficiente e seguro”, concluiu.


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