Sexta-feira, 12 de junho de 2026

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Armando Burd O que dirão?

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Presidente mandou instalar uma escrivaninha no local. (Foto: PR/Divulgação)

Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul. O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.

Candidatos à Presidência da República não poderão escapar destas perguntas: 1) A população continuará sendo mera pagadora de impostos, sofrendo a imposição autoritária de quem pode decidir a destinação de recursos até em causa própria? 2) Essa é a Democracia que preconizam?

Levarão sustos

Tecnocratas do setor público, encastelados em seus gabinetes com ar condicionado, nunca se darão conta que o clamor e a inconformidade aumentam. Querem que a situação continue assim: janelas fechadas e salário garantido em suas contas bancárias a cada final do mês.

Está claro que os governos gastam mais com eles do que com a população.

Dá para acreditar?

Aproxima-se mais um período de campanha em que os eleitores não terão auditoria para constatar a qualidade da informação divulgada por pesquisas de intenção de voto. Consagra-se uma espécie de vale tudo.

A nova trabalhista

A latifundiária e senadora Kátia Abreu, expulsa do PMDB em novembro do ano passado, vai se filiar ao PDT a 2 de abril. A direção eliminou a possibilidade de o ato se realizar a 1º de abril.

A História diz tudo

A abertura da sessão plenária de quarta-feira (21), na Assembleia Legislativa, será dedicada à comemoração dos 96 anos de fundação do PCdoB, tendo como orador o deputado Juliano Roso. No começo dos anos 1960, houve rompimento com a União Soviética e alinhamento ao Partido Comunista Chinês. Sucederam-se intermináveis debates entre os que defendiam ideias de Moscou ou de Pequim para assumir o papel de melhor representante dos interesses do povo.

Hoje, a China tem mais milionários do que o Brasil.

É uma saída

Alguns vão reclamar das novas exigências para renovação da Carteira Nacional de Habilitação, que ocorre a cada cinco anos, como curso teórico e prova. A medida tem nome e sobrenome: Preservação da Vida.

Num país em que os acidentes de trânsito, por ano, matam 45 mil pessoas e 400 mil ficam com sequelas, alguma medida precisava ser tomada.

De motoristas irresponsáveis ou de má formação o Brasil, como demonstram os números, está congestionado.

Muito além do limite

Fugindo dos tiroteios em qualquer lugar, a qualquer dia e qualquer hora, o carioca é um sobrevivente. Isso fica mais evidente, quando o alvo é uma figura pública e vereadora de um partido combativo.

Descendo a ladeira

A Petrobras sofreu prejuízo de 446 milhões de reais em 2017. É o quarto ano consecutivo de perdas da estatal. Mesmo adotando a política de aumento constante dos preços.

Parece que até a luz no fundo do túnel apagou.

Visão otimista

Análise do jornal Clarín, de Buenos Aires:

“Após dois anos jogando contra, a economia brasileira voltará a atuar a favor da Argentina. Nossos analistas estimam que em 2018, e apesar da crise política que enfrenta, o Brasil atingirá expansão de 3 por cento do Produto Interno Bruto, o que será traduzido em uma maior demanda das exportações argentinas e em uma redução – em termos reais – do déficit comercial bilateral”.

Vem de longe

A cultura dos gastos públicos exagerados vem de longe: o orçamento de 1864 previa a destinação de 820 contos de réis às despesas do Imperador Dom Pedro II. Para as obras públicas sobrariam 60 contos. Para a Saúde Pública, nada mais do que 35 contos.

O quadro de privilégios e mordomias teve escola.

Na era da Internet

Um candidato prisioneiro concorrendo à Presidência da República vai se tornar um fato inusitado e de grande repercussão mundial.

Leitores inspirados

Depois da publicação, na coluna de ontem, de nomes para dobradinhas nas eleições, leitores enviam mais sugestões: Atleta e Treinador; Astral e Radiante; Chanceler e Diplomata.

 

Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul.
O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.

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A internet: de como informação demais é informação de menos!
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