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Política O que dizem os governos Lula e Trump sobre o delegado da Polícia Federal expulso dos Estados Unidos

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Marcelo Ivo atua nos Estados Unidos desde 2023

Foto: Reprodução/Linkedin
Marcelo Ivo atua nos Estados Unidos desde 2023. (Foto: Reprodução/Linkedin)

O Gabinete de Assuntos do Hemisfério Ocidental do governo dos Estados Unidos divulgou, na noite de segunda-feira (20), uma mensagem na qual diz ter pedido que o delegado da PF (Polícia Federal) Marcelo Ivo de Carvalho deixe o país após ter feito o monitoramento que levou à prisão do ex-deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ), condenado no Brasil por tentativa de golpe de Estado.

Após a repercussão do caso, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que está analisando possíveis abusos dos EUA. A diplomacia brasileira estuda retaliação a policiais norte-americanos em serviço no Brasil.

Ex-diretor da Abin (Agência Brasileiro de Inteligência), Alexandre Ramagem foi preso pelo ICE (Serviço de Imigração e Controle de Aduanas dos EUA) após ser flagrado em uma infração de trânsito, com o visto de permanência vencido. Ramagem foi solto após dois dias de confinamento.

O órgão do governo norte-americano alega que Marcelo Ivo, que atua nos Estados Unidos desde 2023 como oficial de ligação com o ICE, interferiu no sistema imigratório do país e estendeu “perseguições políticas” ao território norte-americano.

“Nenhum estrangeiro pode manipular nosso sistema de imigração para contornar pedidos formais de extradição e estender perseguições políticas ao território dos Estados Unidos. Hoje, pedimos que o funcionário brasileiro envolvido deixe o nosso país por tentar fazer isso”, diz a mensagem, publicada na página do X do Gabinete de Assuntos do Hemisfério Ocidental do governo de Donald Trump, que foi traduzida e repercutida pela embaixada norte-americana no Brasil.

Posicionamento de Lula

Pouco antes de deixar Hannover, na Alemanha, onde cumpria agenda internacional, Lula afirmou nesta terça-feira (21) que o governo brasileiro estuda aplicar o princípio de “reciprocidade” quanto a agentes norte-americanos no Brasil.

“Se houve um abuso americano com relação ao nosso policial, nós vamos fazer a reciprocidade com os deles no Brasil. Não tem conversa”, afirmou.

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