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Mundo O Reino Unido deixou de registrar quase 16 mil casos de coronavírus por “problema técnico”

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Um dos países mais castigados da Europa, com 146.791 mortos até o momento, registrou 78.610 novos casos em 24 horas. (Foto: Reprodução)

O Reino Unido deixou de fora das estatísticas oficiais mais de 15,8 mil casos de coronavírus por um “problema técnico”, disse no domingo (4) o departamento de Saúde Pública da Inglaterra. Segundo o órgão, o erro já foi corrigido e os números atualizados no boletim mais recente.

A entidade vinculada ao Ministério da Saúde britânico identificou o problema na atualização dos números da última sexta-feira (2). Ao menos 15.841 pacientes não teriam entrado na contagem oficial – a falha atingiu os registros feitos entre os dias 25 de setembro e 2 de outubro.

“Um problema técnico foi identificado no processo de carregamento de dados que transfere os resultados laboratoriais para os relatórios”, disse em nota o chefe interino da autoridade de saúde, Michael Brodie.

O departamento não explicou qual foi o erro, mas segundo o jornal Daily Mail ele teria acontecido por uma limitação do programa que gera as planilhas com os dados. Os números das novas atualizações ultrapassavam o 1 milhão de linhas permitidas pelo software.

Por meio de um comunicado, a autoridade de saúde garantiu que nenhum dos pacientes testados deixou de receber o diagnóstico dos testes e que todos os que receberam resultados positivos para a Covid-19 foram instruídos a cumprir com uma quarentena.

Os bares de Paris voltarão a fechar suas portas em uma nova tentativa de frear o aumento no número de contágios pela Covid-19 na capital da França, anunciou nessa segunda (5) o chefe de polícia da cidade.

A medida, que passa a valer a partir desta terça (6), também será aplicada em cidades próximas da capital. Os restaurantes poderão permanecer abertos, desde que respeitem as novas medidas sanitárias de segurança, afirmou Didier Lallement em entrevista coletiva.

Alerta máximo

No domingo, a capital francesa anunciou que passaria para a fase de “alerta máximo” o que implica no fechamento de bares, ampliação das restrições em restaurantes e até mesmo a redução da mobilidade dos estudantes de ensino superior, que já voltaram às aulas presenciais.

O “alerta máximo” é a penúltima fase na escala francesa de emergências sanitárias. Segundo o Ministério da Saúde francês, apenas duas regiões estão atualmente nesta situação: Guadalupe e Aix-Marseille.

Com a alteração, Paris passará também a esta fase que prevê:

– O fechamento de cinemas, teatros e museus – que podem se manter abertos desde que adotem medidas sanitárias mais restritivas;

– O fechamento de cassinos, salões de jogos, parques de diversões e salões de festa;

– O fechamento de bares e restaurantes.

O número de infectados pelo novo coronavírus em Paris saltou de 250 a cada 100 mil habitantes para 270 a cada 100 mil. A taxa é ainda maior na população idosa, grupo de risco para casos mais graves da covid-19, onde a taxa chega a 100 infectados por 100 mil habitantes deste grupo.

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