Domingo, 12 de Julho de 2020

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Notícias O Rio Grande do Sul se prepara para obter o status de zona livre de aftosa sem vacinação

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Vistoria do Ministério da Agricultura deve ser realizada em agosto. (Foto: Fernando Dias/Seapdr)

Faltando dois meses para a auditoria do Ministério da Agricultura, o Rio Grande do Sul está cada vez mais próximo de obter o status sanitário de zona livre de aftosa sem vacinação. A Seapdr (Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural) está com cerca de 70% das ações concluídas e um plano de 18 medidas, das quais 12 já foram atendidas e seis estão em processo de finalização.

Entre as ações já atendidas, estão metas de vigilância, padronização no cumprimento da legislação, incremento na fiscalização de eventos com aglomeração de animais, cumprimento de metas dos programas de sanidade animal, atividades de educação em saúde animal e maior participação do serviço veterinário oficial nas ações do SUS (Sistema Único de Saúde).

E também ações que se referem ao controle do saldo eletrônico de aves, adequação de legislação para trânsito de equinos e cumprimento de normas federais para vacinação compulsória em propriedades com focos de raiva. Os recursos destinados para investimento e custeio também estão garantidos pelo Tesouro do Estado e pelos convênios com o Fundesa e o governo federal, totalizando cerca de R$ 12 milhões.

“Este é um momento histórico para a pecuária gaúcha”, salienta o secretário estadual da Agricultura, Covatti Filho. “Estamos empenhados em realizar todas as etapas apontadas pelo Ministério da Agricultura para chegarmos na próxima auditoria com todos os pontos atendidos, e assim caminharmos de forma efetiva e segura para nos tornarmos um Estado livre de aftosa sem vacinação.”

Procedimentos em conclusão

– Contratação de 150 auxiliares administrativos para ampliar o quadro de pessoal e de fiscalização;

– Compra de 100 veículos, sendo 72 pelo Estado e 28 pelo governo federal;

– Edição de decreto instituindo o Programa Sentinela de Fiscalização na Fronteira e sua efetiva implantação;

– Melhoria do sistema de defesa agropecuária

– Revisão dos mecanismos de funcionamento dos postos fiscais de divisa;

– Publicação de instrumentos legais que vão embasar as atividades de Defesa Animal.

(Marcello Campos)

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