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Armando Burd Onde fomos parar

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Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul. O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.

Não é hobby, mas por necessidade absoluta, os governadores das regiões Sul e Sudeste passaram a conversar por telefone com muito mais frequência. Diante da crise financeira sem precedentes, fazem sempre a mesma pergunta: o fundo do poço ainda está longe?

COMO SAIR

Os governadores trocam informações e buscam saídas para não entrar na galeria dos vilões. Enfrentam dívidas imensas, efeito de gestões anteriores que contrariaram as normas da boa administração pública. Ao longo de décadas, foram tomadas decisões equivocadas, usando a visão financeira do imediatismo.

NO REINO DO DESPERDÍCIO

Muito dinheiro de receitas foi torrado e moído, ao mesmo tempo em que o comprometimento com empréstimos atingiu a estratosfera. A carga tributária, uma das mais altas do mundo, não evita que os Estados naveguem no mar das calamidades.

NÃO QUEREM FICAR FORA

Empresários gaúchos buscam informações em Brasília sobre negócios que ficaram engatilhados durante a visita do presidente Michel Temer à China, que tem a maior economia do mundo em quantidade de bens e serviços. O Produto Interno Bruto chinês vai a 10 trilhões de dólares. O País será responsável por 18 por cento da atividade econômica mundial no final deste ano.

PAGAR OU NÃO PAGAR

Partidos de esquerda têm defendido o calote da dívida pública. Não é novidade. Ocorreu em 1981, quando Delfim Netto comandava a Economia; repetiu-se com José Sarney em 1986 e, quatro anos depois, outra vez com Fernando Collor. As consequências foram desastrosas.

Cabe lembrar: o grande calote foi a inflação suportado até o Plano Real. Entre dezembro de 1979 e julho de 1994, o índice acumulou 13 trilhões por cento, um dos maiores da história mundial.

POUCO ADIANTOU

Está se completando uma década da implantação do nono ano do ensino fundamental. A medida adotada em 2006 visava a proporcionar aos alunos melhor base para enfrentar o nível médio. Não foi o suficiente. As estatísticas do Ministério da Educação revelam resultado bem abaixo do esperado.

FALSA IMPRESSÃO

Não nasceu no Brasil, como muitos preconizam: a Suíça está comemorando 125 anos da criação do instrumento da iniciativa popular em sua Constituição, que prevê também outras formas da democracia direta, como plebiscito.

QUANTOS SÃO

Sobre a falta de vagas nos presídios, fazendo com que as celas de delegacias fiquem superlotadas: o site da Superintendência dos Serviços Penitenciários informa que o total da população prisional no Estado é de 34 mil e 705 condenados, sendo 32 mil e 750 homens e 1 mil e 955 mulheres.

RÁPIDAS

* Na reta final das campanhas, mantêm-se os sonhos eleitorais à espera do improvável.

* As dificuldades internas em partidos comprovam: existem inimigos inseparáveis.

* Os parlamentos têm feito pouco, quase nada, para estancar a sangria provocada pelas mordomias do setor público.

* Partidos passarão a briga pela volta do financiamento empresarial na campanha eleitoral de 2018.

* Ao contrário do Brasil, nos Estados Unidos os presidentes são obrigados a pagar suas despesas pessoais. Deve ser coisa de país pobre…

Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul.
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