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Política Operação contra o senador Ciro Nogueira e disputa no Senado antecipam embate de Lula e Flávio sobre o Banco Master

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Aliados de Lula tentam desgastar Flávio, enquanto o PL age para conter danos à imagem do filho de Bolsonaro. (Foto: Reprodução)

A operação da Polícia Federal (PF) que mirou o senador Ciro Nogueira (PP-PI) e a derrota no Senado da indicação de Jorge Messias para uma cadeira no Supremo Tribunal Federal (STF) anteciparam o embate político em torno do caso Master entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

Lula se prepara para explorar os desdobramentos dos casos durante a campanha, em agosto, mas evita contaminar agora sua relação com o Congresso Nacional. A ação contra Ciro Nogueira e o veto a Messias, no entanto, levaram seus aliados a colocar desde já na rua a estratégia de ligar o escândalo do Master à direita.

Ciro Nogueira foi ministro da Casa Civil de Jair Bolsonaro (PL) e era uma das opções para assumir a vice de Flávio. A suspeita é de que ele tenha recebido dinheiro do Master para defender o banco no Congresso. O parlamentar nega. Desde a operação da Polícia Federal (PF), isso foi explorado pela esquerda nas redes sociais, gerando desgaste ao adversário.

O núcleo duro da campanha do filho de Bolsonaro notou que esse discurso de aliados de Lula repercutiu nas redes sociais e levou a uma reação de Flávio para, mais do que passar a imagem de ser a favor das investigações, tentar atrelar suspeitas de desvios ao PT.

Ambos os lados tratam o tema com cautela. Flávio não quer prescindir de uma eventual aliança com Ciro Nogueira, que pode ser relevante em termos de tempo de televisão e dinheiro para sua campanha. Antes mesmo da operação, o parlamentar do Piauí já tinha caído nas apostas para a vice.

Lula, por sua vez, tenta se equilibrar entre a governabilidade e a disputa eleitoral ao lidar com o impacto do escândalo do Master sobre o Congresso e o STF. Logo após a operação da PF, o presidente orientou aliados a não tripudiar. A ideia é refutar acusações de instrumentalização da corporação contra adversários, principalmente após o Senado rejeitar a indicação de Messias. (Com informações da Folha de S.Paulo)

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