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Polícia Operação Detour investiga desvios de recursos públicos em Porto Alegre

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Foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão na Capital

Foto: Polícia Civil/Divulgação
Foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão na Capital. (Foto: Polícia Civil/Divulgação)

A Polícia Federal, a CGU (Controladoria-Geral da União) e a Polícia Civil deflagraram na manhã desta terça-feira (14), em Porto Alegre, a Operação Detour para combater desvios de recursos públicos do FNAS (Fundo Nacional de Assistência Social) e do FNS (Fundo Nacional de Saúde).

Durante a ação, foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão em endereços vinculados a pessoas físicas e jurídicas que compõem a organização criminosa.

A investigação começou em janeiro deste ano para apurar a contratação de uma organização social pela prefeitura da Capital gaúcha para a prestação de serviço de residencial terapêutico em quatro unidades municipais, sob a gestão da Secretaria de Saúde, e do serviço de acolhimento 24 horas de pessoas em situação de rua, sob gestão da Fasc (Fundação de Assistência Social e Cidadania), subordinada à Secretaria de Desenvolvimento
Social e Esporte.

Segundo a Polícia Civil, a apuração indica irregularidades na escolha da organização social que prestaria os serviços, bem como sobrepreço dos valores em relação à instituição anterior. Também foi identificado que a organização terceirizou a execução de parte dos serviços para empresas constituídas em nome de familiares dos responsáveis pela entidade, como forma de manter o domínio sobre o dinheiro desviado.

Os crimes investigados na Operação Detour são corrupção passiva, peculato
e organização criminosa. Os valores totais liberados em decorrência dos
contratos sob suspeita somam R$ 10 milhões. Ainda não há a confirmação
do valor total desviado.

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Jairo Vivian
14 de dezembro de 2021 14:08

Valmir, a matéria fala de uma coisa, vc misturou tudo, daí não dá né…

Adalberto Meneguzzi
14 de dezembro de 2021 13:55

O que o Bolsonaro tem a ver com isso, imbecil!!??

Cezar Roldão Schuaste
14 de dezembro de 2021 13:20

Mas o castigo vem , o tolo junta dinheiro para o advogado e ainda perde os bens .

Valmir Endruweit
14 de dezembro de 2021 12:19

Nesses dois anos de pandemia funcionário do público e políticos nunca ganharam tanto dinheiro, nunca se viu tsnta corrupção em meio a desgraça alheia, enquanto uns tentam sobreviver outros enchem as contas de dinheiro o mensalão foik brincdeira diante do que o Bolsonaro e seus aliados fizeram.

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