Segunda-feira, 15 de junho de 2026
Por Redação O Sul | 26 de novembro de 2015
Luis Manuel Díaz, secretário-geral do partido Ação Democrática (AD), de oposição ao governo venezuelano, foi assassinado na noite desta quarta-feira (25) na Venezuela, durante um comício no interior do país. O político levou um tiro disparado de um carro por volta das 19h30 do horário local (22h de Brasília).
No comício para a eleição parlamentar de 6 de dezembro, que vai eleger 167 deputados, também estava Lilian Tintori, esposa de Leopoldo López, opositor condenado a 14 anos de prisão acusado de estimular violência durante as manifestações contra o governo. Membros do Ação Democrática atribuem o ataque a grupos armados ligados ao Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV), do governo chavista.
No último domingo, o candidato opositor Miguel Pizarro denunciou que um grupo de encapuzados que, segundo ele, vestiam uma indumentária com referências ao chavismo, atiraram para o alto para impedir a passagem de um grupo de opositores que fazia campanha eleitoral em um setor popular no leste de Caracas.
O presidente do Parlamento da Venezuela, Diosdado Cabello, disse na televisão que as denúncias da oposição são “montagens” e que virou “moda” atribuir ataques ao chavismo.
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