Quarta-feira, 22 de julho de 2026
Por Redação O Sul | 15 de junho de 2026
Uma cerimônia para a assinatura presencial do acordo foi marcada para esta sexta-feira (19) em Genebra, na Suíça
Foto: ReproduçãoOs Estados Unidos e o Irã já assinaram o acordo para o fim da guerra no Oriente Médio, segundo disse uma fonte do governo dos EUA à agência de notícias Reuters.
De acordo com a fonte, assinaram o documento o presidente dos EUA, Donald Trump, e seu vice, J.D. Vance, e o presidente do Parlamento do Irã, Mohammed Qalibaf, líder da comitiva iraniana de negociadores e figura central do governo do país.
Ainda não está claro se assinatura foi feita de forma virtual ou por intermédio de interlocutores – nesta segunda-feira (15), o vice-presidente norte-americano disse em entrevista à rede norte-americana NBC News que a assinatura foi feita de forma eletrônica.
Uma cerimônia para a assinatura presencial do acordo foi marcada para esta sexta-feira (19) em Genebra, na Suíça, mas os dois lados ainda não informaram quem comparecerá ao evento.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou em entrevista ao jornal “The New York Times” que o acordo assinado entre EUA e Irã prevê que não haverá cobrança de pedágio no Estreito de Ormuz. No entanto, o Irã disse nesta segunda (15) que passará a cobrar uma “taxa por serviço” de navios que cruzarem a via marítima.
O acordo foi anunciado no domingo (14) após mais de três meses de guerra, e será assinado na sexta-feira (19), em uma cerimônia em Genebra, na Suíça, segundo o Paquistão, que mediou nas negociações.
Em entrevista ao “New York Times” logo após o anúncio, Trump disse que o acordo prevê a isenção permanente de qualquer pedágio em Ormuz, como o Irã havia sugerido durante o conflito. Nesta segunda-feira, no entanto, o Ministério das Relações Exteriores iraniano anunciou que haverá “taxas de serviço marítimo”.
“Sempre afirmamos que não pretendemos cobrar taxas de trânsito, mas serão cobradas taxas por serviços de navegação, proteção ambiental, seguro de navios e outros serviços necessários”, disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Esmaeil Baqaei.
O Irã, cujo território margeia a maior parte do Estreito de Ormuz, controla, na prática, o trânsito pelo canal, por onde circulam navios transportando cerca de 20% do petróleo e gás consumidos no mundo.
Verificação de Email - você receberá um email de confirmação após enviar o seu primeiro comentário, mas ele só será publicado depois que você clicar no link de verificação enviado para a sua conta de e-mail para confirma-lo. Os próximos comentários serão publicados automaticamente por 30 dias!
Quero ver se aqueles espertinhos que aumentaram a gasolina por conta da guerra irão reduzir o preço aos mesmos patamares do pré-guerra. Vamos ver se existe honestidade por parte deles. O que acho difícil no país do “levar vantagem em tudo!”