Quarta-feira, 26 de agosto de 2026
Por Redação O Sul | 20 de março de 2024
A nova estação prossegue até o dia 21 de junho
Foto: DivulgaçãoO outono começou no Hemisfério Sul à 0h06min (no horário de Brasília) desta quarta-feira (20) e prossegue até o dia 21 de junho. Neste ano, a estação será marcada pelo enfraquecimento do fenômeno El Niño e pelo registro de temperaturas acima da média histórica em todas as regiões do País.

O Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) e o Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) preveem que os meses de abril, maio e junho serão mais quentes na comparação com a média dos últimos anos. A exceção é para o Centro-Sul do Rio Grande do Sul, onde as temperaturas previstas estão dentro da normalidade para a estação.
Segundo a coordenadora-geral do Inmet, Márcia Seabra, em algumas áreas, as temperaturas podem ficar até 1 ou 2 graus acima da média durante todo o período. Para a meteorologista, além de fenômenos como El Niño e La Niña, as diferenças de temperatura durante o outono deste ano podem ser explicadas pelo aquecimento global.
“Já fica muito difícil hoje a gente falar que está mais quente por causa do El Niño. É mais plausível dizer que a temperatura está subindo, sim, por causa do aquecimento global e de mudanças climáticas. Porque, independentemente do El Niño, as temperaturas estão ficando muito elevadas. Foi o que a gente viu no ano passado. Isso, provavelmente, deve ser alguma coisa a que se tenha de adaptar: o fato de as temperaturas tenderem a ficar mais elevadas independentemente dos fenômenos El Niño ou La Niña”, explica.
El Niño
O fenômeno El Niño, que atingiu o pico em dezembro do ano passado, vem demonstrando enfraquecimento nos últimos meses. “Provavelmente no outono já devemos ter essa transição do El Niño para uma condição mais neutra”, explica a meteorologista.
Durante esse fenômeno, ocorre um aquecimento das águas do Oceano Pacífico, próximas à Linha do Equador. Com isso, há alterações na formação de chuvas, na circulação dos ventos e na temperatura.
No fim do outono, é possível que o fenômeno La Niña comece a se formar no Brasil, ganhando força no segundo semestre. La Niña caracteriza-se pelo resfriamento das águas do Pacifico. “O que acontece são chuvas abaixo da média na Região Sul e acima da média nas regiões Norte e Nordeste”, diz Márcia Seabra.
Chuvas
As chuvas devem ficar abaixo da média histórica no outono na maior parte das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, especialmente devido aos impactos que o El Niño ainda pode causar. Em áreas do Norte de Roraima, Noroeste e Sudoeste do Amazonas e Oeste do Acre, a previsão é de condições favoráveis para chuvas próximas ou acima da média durante o trimestre.
Nas regiões Sul e Sudeste, estão previstas chuvas com valores acima da climatologia, principalmente no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, em áreas de São Paulo e Sul de Minas Gerais. Nas demais áreas do Sudeste, a tendência é de chuva próxima e ligeiramente abaixo da média.
Verificação de Email - você receberá um email de confirmação após enviar o seu primeiro comentário, mas ele só será publicado depois que você clicar no link de verificação enviado para a sua conta de e-mail para confirma-lo. Os próximos comentários serão publicados automaticamente por 30 dias!
Idiota!!!! Fora do AGRO vamos todos morrer de fome, ou quem sabe vamos comer arvores ou capim. Só quem não tem cérebro é quem condena o agro, ou petista, o que é a mesma coisa. Este país só está de pé por causa do agro. OBS: não sou agricultor ou pecuarista, só tenho a cabeça no lugar, e quero continuar vivo e sem morrer de fome. Já viste as reportagens do Médicos sem fronteiras? gente morrendo de fome, porque seus países não tem recursos para comprar produtos (AGRO) para alimentar sua população. Se um dia extinguirem o agro, o mundo… Leia mais »
Graças ao AGRO, que destrói a natureza, em breve teremos sauna gratuita para todos. Temperaturas de 60 Graus , bem agradáveis. O AGRO é POP.