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Saúde Oxford começa a testar vacina contra câncer de próstata, pulmão e ovário

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Câncer de pulmão acomete uma parcela mundialmente considerável.

Foto: Reprodução
Câncer de pulmão acomete uma parcela mundialmente considerável. (Foto: Reprodução)

Pesquisadores britânicos estão testando uma vacina contra o câncer de próstata, pulmão e ovários em voluntários. O imunizante foi desenvolvido pela Oxford Vacmedix, empresa criada por cientistas da Universidade de Oxford, no Reino Unido.

O produto tem como alvo a proteína survivina, que é liberada por células cancerígenas para enganar o sistema imunológico e evitar que o corpo as ataque. Usando versão sintética da proteína, a função da vacina é ensinar a organismo a atacar a substância e reconhecer os tumores.

Ao todo, 35 pacientes com câncer receberão três doses da vacina, com um intervalo de duas semanas. Eles serão monitorados por seis meses após as aplicações.

Os resultados iniciais têm se mostrado promissores, afirmam os pesquisadores. No entanto, eles pedem cautela, pois os voluntários precisam ser acompanhados ao longo do tempo para se observar possíveis efeitos colaterais a longo prazo e definir qual é o impacto na sobrevivência dos participantes.

SUS

Foi sancionado um projeto de lei (nº 6554) que amplia a atenção integral à mulher pelo SUS (Sistema Único de Saúde) na prevenção e no tratamento dos cânceres do colo uterino, de mama e colorretal. A medida foi publicada no Diário Oficial desta quarta-feira (11) e assinada pelo presidente Jair Bolsonaro. O objetivo é obter um diagnóstico precoce e um tratamento mais efetivo dessas enfermidades.

De acordo com a lei, a regulamentação da medida deve ocorrer em 90 dias. A nova norma entra em vigor em 180 dias.

Com as mudanças, fica permitido que todas as mulheres que já tenham atingido a puberdade, independentemente da idade, tenham acesso à realização de exames citopatológicos do colo uterino, mamográficos e de colonoscopia.

Além de propiciar tratamento mais efetivo às mulheres, a nova lei vai gerar despesa menor para o SUS, já que o diagnóstico precoce permite a adoção de medidas mais simples do que as de um tratamento extensivo, feito quando a doença já está em grau mais avançado ou com metástases.

A norma permite que o médico possa solicitar substituição ou complementação de exames, deixando de fazer referência específica aos procedimentos diagnósticos possíveis. Mulheres idosas ou com deficiência terão garantidas as condições e os equipamentos adequados para assegurar o atendimento integral na prevenção e no tratamento.

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