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Brasil Para evitar que um investimento de 500 milhões de reais vire pó, a Caixa Econômica Federal poderá assumir o comando de um conjunto de usinas eólicas

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O grupo argentino Energimp, que controla as usinas, entrou em recuperação judicial, no final de 2014, com uma dívida de 3,2 bilhões de reais com fornecedores e bancos. (Foto: Arquivo/Jarbas Oliveira/AE)

Para evitar que um investimento de 500 milhões de reais vire pó, a CEF (Caixa Econômica Federal) poderá assumir o comando de um conjunto de usinas eólicas – algo inédito em sua história.

Hoje as usinas são da Energimp, empresa controlada pela argentina WPE, que tem como sócio o FI-FGTS – fundo que usa recursos do trabalhador em investimentos de infraestrutura e é gerenciado pela Caixa.

Na quarta-feira, o comitê de investimento do FI-FGTS votará uma injeção de 1 bilhão de reais na Energimp. Caso aprovada, a operação reduzirá a participação dos argentinos de 55% para menos de 15%. Dessa maneira, o FI-FGTS passará a deter o controle da empresa, e a CEF comandará o negócio.

A situação chegou a esse ponto porque o grupo argentino entrou em recuperação judicial, no final de 2014, com uma dívida de 3,2 bilhões de reais com fornecedores e bancos. Isso paralisou a Energimp e prejudicou o funcionamento dos parques eólicos, que, sem manutenção, podem não entregar a energia prometida.

Embora essa seja considerada a única saída aos argentinos, eles podem vetar o negócio caso não haja acordo sobre sua participação na companhia. (Folhapress)

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