Quinta-feira, 18 de junho de 2026
Por Redação O Sul | 29 de março de 2024
De acordo com a PF, a evolução patrimonial de Domingos Brazão coincide com o seu ingresso na política, em 1996.
Foto: Divulgação/TCE-RJO conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro (TCE-RJ) Domingos Brazão enriqueceu 2.300% entre 2002 e 2010. A conclusão consta no relatório final da Polícia Federal (PF) que aponta Brazão como um dos mandantes do assassinato da vereadora da cidade do Rio de Janeiro Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, em 2018.
Seu patrimônio passou de cerca de R$ 209 mil para R$ 5 milhões. De acordo com a corporação, a evolução patrimonial coincide com o seu ingresso na política, em 1996.
Também são citados dados de 2006 a 2010 apresentados pelo político à Justiça Eleitoral, que apontam o crescimento patrimonial de aproximadamente 300% (de R$ 1,2 milhão para R$ 5 milhões, em valores não corrigidos pela inflação).
Em 2006, Brazão declarou ter crédito da compra de um apartamento, quatro frações de lotes em locais diversos e dois apartamentos, sendo o bem de mais alto valor declarado uma unidade de R$ 196 mil na avenida Sernambetiba, na Barra da Tijuca.
Já em 2010, ele lista cinco bens imóveis, três terrenos, além de uma casa e um apartamento. O maior valor declarado é referente a um apartamento de R$ 2 milhões na Barra da Tijuca.
“Domingos Brazão e sua família são o exemplo dos muitos casos de sucesso no cotidiano brasileiro que misturam o ingresso na política com a ascensão patrimonial vertiginosa”, avalia a PF.
O documento descreve de forma detalhada as empresas criadas e adquiridas pela família Brazão ao longo desses anos. A primeira empresa aberta por Domingos Brazão em 1985, antes do seu ingresso na política, chamava-se Robedom Comércio de Joias e Metais Preciosos LTDA e foi encerrada em 1999.
Concomitante à primeira, o hoje conselheiro do TCE-RJ abriu a Sangue Bom Autopeças LTDA, que em 1993 teve alteração em seu contrato social de “oficina, mecânica e lanternagem” para “comércio de veículos novos, usados e sinistrados”. Ela foi encerrada em 2005, quando Brazão já exercia mandato.
Cerca de um mês depois, em abril, segundo narra a PF, o Disque-Denúncia recebeu a informação de um desmanche de veículos roubados na sede da empresa. Em novembro do mesmo ano, houve nova denúncia.
Outra situação relatada pela PF diz respeito a quatro empresas do ramo alimentício que tinham Sylvio Pinheiro como sócio. Embora declare residir em um condomínio de casas na Avenida Sernambetiba, área destinada a casas de alto padrão, Pinheiro recebeu auxílio emergencial o que, para a PF, “denota ser mero laranja”.
Em 2007, Domingos Brazão foi autuado por sonegação fiscal pela Receita Federal. O auto de infração foi no valor de R$ 130 mil.
Verificação de Email - você receberá um email de confirmação após enviar o seu primeiro comentário, mas ele só será publicado depois que você clicar no link de verificação enviado para a sua conta de e-mail para confirma-lo. Os próximos comentários serão publicados automaticamente por 30 dias!
A empresa que vende os vinhos com o rótulo Bolsonaro — il Mito deve R$ 18,2 milhões ao estado do Rio de Janeiro, segundo informações publicadas pela Procuradoria-Geral do Estado (PGE-RJ). Os débitos estão inscritos no sistema da Dívida Ativa do Rio
Até parece com o mito, que tem 120 imóveis dos quais 51 foram comprados com dinheiro vivo…Esses “políticos” do Rio não pregam pregos sem estopa…
Segundo a reportagem do UOL, “desde os anos 1990 até os dias atuais, o presidente, irmãos e filhos negociaram 107 imóveis, dos quais pelo menos 51 foram adquiridos total ou parcialmente com uso de dinheiro vivo, segundo declaração dos próprios integrantes do clã Bolsonaro”.
Vandeca,tu se baba qdo fala do mito,isso é amor.
Certamente o patrimônio do acusado aumentou quando o MDB carioca do Cabral se aliou ao lulopetismo…
Petista e Enriquecimento meteórico e inexplicável??? Que surpresa!!!! Não escapa UM!!!! São todos iguais…mas tudo em nome do “amor”, é claro…
Não escapa um meu irmao
Que novidade socialista milionário ..
Quem diria!
Desde o início do governo Bolsonaro a PF já sabia os nomes dos mandantes.
Requentaram esse inquérito para implicar a familia do Bolsonaro!
Mas a verdade veio à tona!
Extrema esquerda…
A empresa que vende os vinhos com o rótulo Bolsonaro — il Mito deve R$ 18,2 milhões ao estado do Rio de Janeiro, segundo informações publicadas pela Procuradoria-Geral do Estado (PGE-RJ). Os débitos estão inscritos no sistema da Dívida Ativa do Rio
Até parece com o mito, que tem 120 imóveis dos quais 51 foram comprados com dinheiro vivo…Esses “políticos” do Rio não pregam pregos sem estopa…
Segundo a reportagem do UOL, “desde os anos 1990 até os dias atuais, o presidente, irmãos e filhos negociaram 107 imóveis, dos quais pelo menos 51 foram adquiridos total ou parcialmente com uso de dinheiro vivo, segundo declaração dos próprios integrantes do clã Bolsonaro”.
Vandeca,tu se baba qdo fala do mito,isso é amor.
Certamente o patrimônio do acusado aumentou quando o MDB carioca do Cabral se aliou ao lulopetismo…
Petista e Enriquecimento meteórico e inexplicável??? Que surpresa!!!! Não escapa UM!!!! São todos iguais…mas tudo em nome do “amor”, é claro…
Não escapa um meu irmao
Que novidade socialista milionário ..
Quem diria!
Desde o início do governo Bolsonaro a PF já sabia os nomes dos mandantes.
Requentaram esse inquérito para implicar a familia do Bolsonaro!
Mas a verdade veio à tona!
Extrema esquerda…