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Política PEC do estouro enfrenta resistência; conheça outras propostas sobre o tema

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Dois senadores protocolaram matérias semelhantes no Senado; não há consenso sobre o conteúdo dos textos em avaliação

Foto: Roque Sá/Agência Senado
Dois senadores protocolaram matérias semelhantes no Senado; não há consenso sobre o conteúdo dos textos em avaliação. (Foto: Roque Sá/Agência Senado)

Alternativas à PEC (proposta de emenda à Constituição) do estouro ganharam força no Congresso por causa da falta de consenso e da resistência de parlamentares à minuta elaborada pelo grupo de transição.

A PEC abre espaço no Orçamento para bancar promessas feitas durante a campanha pelo presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), como a manutenção do valor de R$ 600 para o Auxílio Brasil — que deve voltar a se chamar Bolsa Família.

Entre os principais entraves, estão o valor total da proposta e o prazo que o programa de transferência de renda deve ficar fora do teto de gastos — regra que limita o crescimento das despesas à inflação do ano anterior.

Dois senadores — Alessandro Vieira (PSDB-SE) e Tasso Jereissati (PSDB-CE) — apresentaram textos alternativos. Os valores são mais baixos do que o defendido pelo governo de transição, assim como o período do programa fora do teto de gastos.

PEC do estouro

O PT apresentou, inicialmente, uma minuta da PEC do estouro que prevê o Bolsa Família de R$ 600 mais o adicional de R$ 150 por criança de até seis anos fora do teto de gastos, regra que limita o crescimento das despesas à inflação do ano anterior. No texto, não consta o período que a manobra duraria, deixando a questão em aberto.

Lideranças petistas e de partidos políticos aliados a Lula ouvidas pela reportagem defendem que o período ideal da retirada do Bolsa Família do teto de gastos é de quatro anos. No entanto, diante da pressão feita por parlamentares, a equipe de transição avalia reduzir a validade, se essa for a única condição. O PT tem dito com veemência, entretanto, que não aceita o prazo de um ano.

Além do Bolsa Família, a minuta da PEC prevê uma série de medidas para as áreas de saúde e educação. Todos os pontos previstos pela equipe de transição levam ao valor total de R$ 200 bilhões. A quantia, porém, é considerada alta por lideranças do Congresso Nacional.

Primeiro texto alternativo

O senador Alessandro Vieira (PSDB-SE) apresentou um texto alternativo no sábado (19) em que sugeriu R$ 70 bilhões de excepcionalidade do teto de gastos. A matéria ainda limita a validade até 17 de julho de 2023.

Vieira colocou, ainda, a revogação do atual teto de gastos e a sua substituição por uma nova regra fiscal, que seria instituída via lei complementar e não mais na própria Constituição. Dessa forma, a nova regra precisaria ser criada até a data citada.

A ideia é que a nova regra fiscal não imponha nenhuma limitação às despesas com o programa federal de renda — que pode ser o Bolsa Família ou outro que venha a substituí-lo. Também não seriam restritas as despesas socioambientais e de universidades, nos mesmos moldes da exclusão do teto no ano que vem.

Segundo texto alternativo

O senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) também apresentou, na segunda-feira (21), uma proposta alternativa, chamada por ele de PEC da Sustentabilidade Social. O texto prevê o estouro permanente de R$ 80 bilhões do teto de gastos para direcionamento de despesas com programas de transferência de renda, de saúde, de educação, de ciência e de cultura.

Na proposta de Jereissati, ficariam fora do teto também as despesas com projetos socioambientais ou relativos às mudanças climáticas custeadas por recursos de doações, assim como as despesas de instituições federais de ensino custeadas por receitas próprias primárias, de doações ou de convênios celebrados com entes federativos ou entidades privadas.

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Vanderlei Ochoa
27 de novembro de 2022 22:06

O País mair rico do mundo, com toda a riquesa concentrada nas mãos de 1% da população. E tem gente que acha isso justo…não amolem manés, perderam. LULA VAI FAZER O POVO SORRIR NOVAMENTE…TALOKEY???hahahahahahahahahahah

Adroaldo Mousquer
29 de novembro de 2022 23:07

SE o Bolsonaro tivesse ganho estaria encaminhando a mesma proposta. E teria seu aplauso. Perderam, deu.

Fernando Krause
29 de novembro de 2022 11:59

Viria do equilíbrio das contas publicas e da responsabilidade fiscal, coisa que o lulopetismo sabe mas não faz!

Adroaldo Mousquer
27 de novembro de 2022 22:14

SE o Bolsonaro tivesse ganho, seria diferente? De onde viria o dinheiro? Ah, mas o Lula não pode. Fosse o outro podia. Dai-nos paciência.

Vanderlei Ochoa
27 de novembro de 2022 22:50

Ah, perderam manés…

Vanderlei Ochoa
28 de novembro de 2022 12:05

perdeu mané…não amola…Essa é a resposta que todos da direita devem ouvir diante de suas observações do que o grande e DEMOCRÁTICO governo eleito está fazendo…não amolem……hyahahahahahahahahahahahahaha

Carlos Alberto Pugliese
28 de novembro de 2022 08:53

rsssrs

César Alexandre Jardim Marques
28 de novembro de 2022 00:03

Muito bom o Novo Projeto de Controle (leia-se crescimento) da Natalidade (R$ 150,00) Parabéns!

Fernando Krause
29 de novembro de 2022 12:02

O novo (mas velho) Bolsa Mais Filhos vai “premiar” quem produzir filhos para ganhar $$$ do pagador de impostos e vangloriar o lulopetismo como se fosse sustentado por ele.

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