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Política PEC dos Precatórios será votada nesta quarta-feira, diz presidente da Câmara

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Lira detalhou que o projeto vai ao Plenário depois de uma rodada de conversa do relator com partidos que "precisam de alguns esclarecimentos".

Foto: Michel Jesus/Câmara dos Deputados
Lira já pautou para terça-feira (9) a votação em 2º turno na Câmara. (Foto: Michel Jesus/Câmara dos Deputados)

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), afirmou que a Casa vai votar a PEC dos Precatórios nesta quarta-feira (27). Segundo ele, a discussão é essencial para resolver questões como o teto de gastos e o a implementação do Auxílio Brasil, novo programa social do governo federal.

“Temos algumas matérias importantes essa semana que precisam ser discutidas e votadas, entre elas a PEC dos Precatórios. O texto foi aprovado semana passada na Comissão, teve reunião hoje no colégio de líderes da base. Procurarei os líderes da oposição hoje à tarde para ter um sentimento a respeito do texto que saiu da Comissão. O texto todos conhecem, as incertezas até a aprovação vão continuar, as versões vão continuar”, afirmou.

Lira detalhou que o projeto vai ao Plenário depois de uma rodada de conversa do relator com partidos que “precisam de alguns esclarecimentos”. “Amanhã teremos um texto [da PEC dos Precatórios], aprovado ou não, para dar solução ao espaço discricionário do teto e a criação de um programa temporário. O assunto está posto e vamos aferir amanhã se vai ter voto, se não vai ter voto. Eu espero que tenha”, declarou.

Sobre extrapolar o teto, ele lembrou que a solução para ter um programa como o Auxílio Brasil  – novo Bolsa Família – dentro dos limites de gastos vinha de um projeto que não avançou no Senado.

“Um programa permanente necessitava de uma fonte para ser criado esse ano. E a fonte reside no Imposto de Renda, apoiado pela Câmara em um processo de construção amplo com muitas pressões. A gente costuma dizer que não há um texto ideal, por nenhuma das Casas, em nenhum momento. Todos os textos se apropriam de um momento para serem aprovados e podem ser melhorados por outra Casa ou pela mesma que aprovou. Mas ele era imperativo para que a gente mantivesse o respeito ao teto de gastos e para criação de um programa permanente criado esse ano dentro do teto. Mas não foi possível”, lamentou.

O presidente da Câmara ainda classificou como insensibilidade não criar um programa de transferência de renda para não furar o teto. “Se fecharmos os olhos para a inflação, problemas de energia, de combustíveis e não prestarmos atenção às mais de 20 milhões de famílias passando fome, é uma insensibilidade. A vida como ela é. Já que não temos os meios ou as condições políticas do Senado de se debruçar sob o Imposto de Renda, que era fonte do programa permanente, o governo optou por um programa temporário que vai usar uma parte do teto e uma parte fora, simples”.

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