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Notícias Pesquisa mostra disputa pelo espólio político de Bolsonaro

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Governador ignorou investidas antidemocráticas após vitória de Lula.(Foto: Reprodução)

Pesquisas Genial/Quaest realizadas em São Paulo, Minas Gerais, Goiás e Paraná, quatro Estados governados por aliados do bolsonarismo, mostram que a herança do espólio eleitoral do ex-presidente está em aberto. Bolsonaro ficou inelegível após condenação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

As pesquisas mediram o potencial de voto para presidente em uma lista de candidatos, em relação à qual o eleitor indicou se poderia votar ou se rechaçaria o nome. Neste tipo de levantamento, o eleitor pode indicar mais de um nome com potencial para ter voto ou rejeição.

Os governadores de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), de Minas, Romeu Zema (Novo), do Paraná, Ratinho Junior (PSD), e de Goiás, Ronaldo Caiado (União), têm o maior potencial de voto em seus próprios Estados, mas são ultrapassados por Lula, pelo próprio Bolsonaro, por Michelle e pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), nos demais.

A melhor situação dentro do bolsonarismo é a de Tarcísio, que lidera no Estado que governa e consegue mais de 20% de possível voto nos demais, sempre com baixa rejeição. Nenhum outro governador consegue 20% fora de casa.

A aprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) supera a desaprovação nos dois principais colégios eleitorais do país (São Paulo e Minas Gerais), segundo a pesquisa. Lula consegue aprovação significativamente superior à votação obtida por ele nesses colégios eleitorais no segundo turno de 2022, contra Bolsonaro.

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