Quarta-feira, 30 de setembro de 2026

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Saúde Pfizer começa a testar vacina pneumocócica com dose de reforço contra o coronavírus

Compartilhe esta notícia:

O imunizante "alcançou uma eficácia preliminar de 47%, e não atende aos critérios estatísticos de êxito. (Foto: Reprodução)

A Pfizer informou nesta segunda-feira (24), que começou a realizar testes para avaliar a segurança e a eficácia da administração conjunta da vacina pneumocócica conjugada 20-valente da empresa (20vPnC) com uma terceira dose de seu imunizante contra o coronavírus. Participarão desse estudo 600 adultos, com mais de 65 anos, que já receberam as duas doses contra a covid há pelo menos seis meses.

A 20vPnC está sendo desenvolvida para ajudar a proteger adultos contra 20 serotipos responsáveis pela maioria das doenças pneumocócicas invasivas e pela pneumonia.

Antes se recomendava que as vacinas contra covid-19 fossem administradas sozinhas, mas, com base em experiências com outros tipos de vacinas, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC) disse que as vacinas contra covid-19 e outras podem ser administradas simultaneamente ou no mesmo dia.

Em dezembro, a Agência de Alimentos e Medicamentos dos EUA (FDA) aceitou para uma análise prioritária o pedido de licença da Pfizer para a 20vPnC em adultos de mais de 18 anos e estabeleceu uma data de ação para uma decisão em junho. A Agência Europeia de Medicamentos (EMA) aceitou o pedido de autorização de marketing da empresa para a 20vPnC dois meses depois.

Pfizer no Brasil

Em carta enviada ao ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello, a Pfizer propôs soluções a entraves apontados pelo governo federal para compra da vacina da empresa.

A carta faz parte de documentos enviados pela farmacêutica à CPI da Covid. Correspondência semelhante foi endereçada ao então secretário-executivo da pasta Élcio Franco no mesmo dia.

O presidente da Pfizer na América Latina, Carlos Murillo, então presidente da companhia no Brasil, afirmou na carta que a empresa havia adequado as limitações jurídicas, encontrado alternativas logísticas e que a oferta, apesar de limitada, seria suficiente para imunizar grupos prioritários ainda no primeiro trimestre.

Ao secretário Élcio Franco, Murillo explicou a motivação para suas declarações.

“Deixamos inúmeras mensagens em seu gabinete e também reforçamos o pedido por e-mail. Como ainda não tivemos retorno, gostaria de comentar alguns pontos relacionados ao tema e também a cobertura de imprensa realizada ontem, com base em coletiva do Ministério da Saúde que falava do perfil ideal de uma vacina contra a covid-19”, escreveu.

Em coletiva realizada em 1º de dezembro, dia anterior ao envio das cartas, o secretário de Vigilância em Saúde, Arnaldo Medeiros, falou que o perfil ideal de um imunizante para o Brasil seria uma vacina que pudesse ser armazenada entre 2º e 8ºC e, preferencialmente, de dose única.

tags: em foco

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Saúde

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

Turismo da vacina: Brasileiros buscam imunização em Nova York e na Flórida, após quarentena no México. Viagem aos Estados Unidos em busca de vacina é criticada por questões éticas
Japão abre centros de vacinação em massa para idosos antes da Olimpíada
Pode te interessar