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Variedades Plataforma de streaming gratuita reúne mais de 500 filmes nacionais; entenda como vai funcionar

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"A hora da estrela", "Deus e o diabo na terra do sol" e "Carandiru" são alguns dos 560 filmes nacionais no catálogo da Tela Brasil. (Foto: Reprodução)

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lançou nesse fim de semana, durante a programação do Rio2C, na Cidade das Artes Bibi Ferreira, no Rio de Janeiro, a plataforma Tela Brasil, serviço público e gratuito de streaming 100% voltado para o conteúdo nacional.

Desenvolvida pelo MinC com a parceria da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), a Tela Brasil é um projeto voltado à difusão do audiovisual brasileiro. “A iniciativa se consolida como uma política pública estruturante, voltada à democratização do acesso à cultura, à formação de público e à valorização da diversidade de narrativas do país”, destaca comunicado do MinC encaminhado ao jornal O Globo.

Assinatura

A plataforma será 100% gratuita, com acesso integrado ao Gov.br. Inicialmente, o serviço estará disponível apenas na versão web. A expectativa é que a Tela Brasil seja disponibilizada nas versões para iOS e Android em até 30 dias após o lançamento.

Serviço

A plataforma chega com um catálogo de mais de 560 obras audiovisuais, entre curtas, médias e longas-metragens, além de seriados. A iniciativa contará ainda com recursos de acessibilidade, como audiodescrição, legendagem descritiva e Libras.

Catálogo

Já em seu lançamento, o catálogo oferecerá obras clássicas do cinema nacional, como “Deus e o diabo na terra do sol” (1964), de Glauber Rocha, “A noite do espantalho” (1974), de Sérgio Ricardo, “Xica da Silva” (1976), de Cacá Diegues, e “A hora da estrela” (1985), de Suzana Amaral, além de filmes brasileiros indicados ao Oscar, como “O quatrilho” (1995), de Fábio Barreto, e “O que é isso, companheiro”? (1997), de Bruno Barreto.

A seleção também inclui sucessos brasileiros do século XXI, como “Carandiru” (2003), de Hector Babenco, “Olga” (2004), de Jayme Monjardim, “Quase dois irmãos” (2004), de Lúcia Murat, e “Cinema, aspirinas e urubus” (2005), de Marcelo Gomes, e “As duas Irenes” (2017), de Fabio Meira.

A Tela Brasil também contará com acervo para os apaixonados por documentários, com obras como “Xingu Cariri Caruaru Carioca” (2015), de Beth Formaggini, “Divinas divas” (2016), de Leandra Leal, “Um filme de cinema” (2017), de Walter Carvalho, “Barão Vermelho: Por que a gente é assim?” (2017), de Mini Kerti, “Tia Ciata” (2017), de Raquel Beatriz e Mariana Campos, “My name is now, Elza Soares” (2018), de Elizabete Martins Campos, e “A mulher da luz própria” (2019), de Sinai Sganzerla.

Seguem outros destaques do catálogo: “Doces poderes” (1996), de Lúcia Murat, “Traição” (1998), de Arthur Fontes, José Henrique Fonseca e Cláudio Torres, “Gêmeas” (1999), de Andrucha Waddington, “Na quadrada das águas perdidas” (2011), de Marcos Carvalho e Wagner Miranda, “Qual queijo você quer?” (2011), de Cíntia Domit Bittar, “O velho rei” (2014), de Ceci Alves, “O grande circo místico” (2018), de Cacá Diegues, “Idade da àgua” (2018), de Orlando Senna, “Refavela 40” (2019), de Mini Kerti, “Inabitável” (2020), de Enock Carvalho e Matheus Farias, e “Mergulho” (2022), de Marton Olympio e Anderson Jesus. (Com informações do jornal O Globo)

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