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Geral Polícia Civil realiza operação contra o tráfico de animais silvestres na Região Metropolitana de Porto Alegre

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Os pássaros apreendidos foram reintroduzidos à natureza, com exceção de um cardeal juvenil, encaminhado para reabilitação. (Foto: Divulgação Sema)

A Polícia Civil de Barra do Ribeiro e a Delegacia de Polícia Especializada de Proteção e Defesa do Meio Ambiente e dos Animais (Dema), em conjunto com a Secretaria do Meio Ambiente e Infraestrutura (Sema) do Rio Grande do Sul, realizou nessa quinta-feira (26) uma operação para reprimir o tráfico de animais silvestres nos municípios de Porto Alegre, Canoas e Viamão.

Comércio ilegal

A ação, batizada de Operação Ave de Rapina, buscou apurar os crimes de comércio ilegal de armas de fogo e de animais silvestres e exóticos, além de caça ilegal.

Durante o cumprimento de 13 mandados de busca e apreensão, as equipes apreenderam 27 aves de sete espécies diferentes, entre elas três cardeais classificados como espécies ameaçadas de extinção. Também foram apreendidos um cágado-de-barbela e diversos instrumentos utilizados para procedimentos veterinários.

Condições inadequadas

As aves apresentavam sinais de estresse devido às condições inadequadas de cativeiro. Algumas foram encontradas sem vida. As ações resultaram em três prisões em flagrante por posse ilegal de arma de fogo. Os pássaros foram reintroduzidos à natureza, com exceção de um cardeal juvenil, encaminhado para reabilitação e posterior soltura.

Numeração falsificada

De acordo com os responsáveis pela operação, um dos presos mantinha aves ilegais em cativeiro no interior de uma agropecuária que servia de fachada para comércio ilegal de animais silvestres e exóticos. O homem é investigado pelo exercício ilegal da profissão de médico veterinário, após a descoberta de uma lista de procedimentos realizados e de um carimbo com numeração falsificada.

“A operação reforça o compromisso das instituições envolvidas com a proteção da biodiversidade e o combate ao tráfico de fauna, prática que compromete o equilíbrio ambiental e coloca em risco a sobrevivência de espécies nativas”, diz o governo gaúcho. As informações são da Secretaria do Meio Ambiente e Infraestrutura (Sema) do RS.

 

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