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Rio Grande do Sul Polícia concentra buscas à família desaparecida no Rio Grande do Sul próximo a sítio do suspeito

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Silvana Germann de Aguiar (E) e os pais dela estão desaparecidos desde janeiro

Foto: Divulgação/PCRS

A PCESP (Polícia Civil do Estado de São Paulo) concentra buscas à família Aguiar, desaparecida há mais de 50 dias, na área rural de Gravataí, na Região Metropolitana de Porto Alegre. Conforme a Polícia Civil, a perícia identificou, na região, sinal do celular de Silvana Germann de Aguiar, de 48 anos, dias após o desaparecimento dela.

Os pais de Silvana, Isail Aguiar, de 69, e Dalmira Aguiar, 70, também não são vistos desde o fim de janeiro. A família mora em Cachoeirinha (RS).

Na região de buscas, está um sítio pertencente a um familiar do principal suspeito do crime, Cristiano Domingues Francisco, ex-marido de Silvana e policial militar. Ele está preso desde o dia 10 de fevereiro. Cães farejadores estão auxiliando o trabalho das equipes.

Na semana passada, a Polícia Civil apreendeu celular, pen drive, HD externo e videogame de um amigo de Cristiano. O homem foi citado pelo suspeito em depoimento. Cristiano informou à polícia que teria jantado com ele na noite em que a ex-companheira desapareceu. Por isso, a investigação tenta confirmar o álibi.

Outro ponto que a polícia busca esclarecer é quem é o dono de um carro vermelho que entrou na casa de Silvana no dia do desaparecimento. A Polícia Civil trabalha com a hipótese de feminicídio e duplo homicídio.

Entenda o caso

No dia 24 de janeiro, Silvana fez uma publicação em uma rede social afirmando que havia sofrido um acidente de trânsito durante retorno de uma viagem à Gramado, na Serra Gaúcha. No dia seguinte, a mulher também agradeceu por orações. Desde então, o celular dela está desligado e não houve novos contatos.

Em 25 de janeiro, os pais dela foram alertados por vizinhos sobre as publicações e iniciaram a procura pela filha. Eles chegaram a ir a uma delegacia do município, mas como era domingo, a unidade estava fechada. Depois disso, eles também não foram mais vistos.

A família é proprietária de um mini mercado, em Cachoeirinha, na Região Metropolitana de Porto Alegre. O local está fechado desde então. (Com informações de CNN)

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JORGE SOUZA
19 de março de 2026 16:55

O SINAL DO CELULAR DELA PODE APARECER EM VÁRIOS LUGARES, UM POLICIAL EXPERIENTE COMO É O SUSPEITO, PODE TER LEVADO O APARELHO PARA DESPISTAR, INCLUSIVE O APARELHO FOI ACHADO INTACTO E ENROLADO, PORQUE ALGUÉM ANÔNIMO INDICOU O PARADEIRO, E AGORA OS TONTOS DA POLÍCIA CIVIL, ESTÃO REALIZANDO BUSCAS ONDE O TELEFONE ANDOU

Fernando Krause
19 de março de 2026 16:44

O que a PCESP (Polícia Civil de São Paulo) tem a ver com o caso?

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