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Brasil Polícia Federal faz operação contra fraudes no sistema financeiro e bloqueia até R$ 670 milhões em bens ligados ao Banco Digimais

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Mais de 50 policiais federais cumpriram nove mandados de busca e apreensão em São Paulo

Foto: PF/Divulgação
Durante a Operação Terra Arrasada, foram cumpridos 13 mandados de busca e apreensão. (Foto: PF/Divulgação)

A PF (Polícia Federal) realizou, na manhã desta terça-feira (23), a Operação Miragem para desarticular um suposto esquema fraudulento voltado à prática de crimes contra o Sistema Financeiro Nacional, no âmbito da gestão do Banco Digimais.

Mais de 50 policiais federais cumpriram nove mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça Federal em São Paulo. A decisão judicial também autorizou o afastamento dos sigilos bancário e fiscal dos investigados, além do sequestro e bloqueio de bens e valores de até R$ 670.348.945,70.

Segundo a PF, durante as investigações foram analisados relatórios produzidos pelo Banco Central que apontaram irregularidades na condução dos negócios pelos administradores da instituição financeira.

As apurações indicam que o esquema envolveria a manipulação de balanços e resultados contábeis com o objetivo de ocultar a real situação econômico-financeira do banco e aparentar solvência perante os órgãos de controle.

Ainda de acordo com a investigação, a prática teria permitido a supervalorização de ativos e a geração artificial de receitas no montante de centenas de milhões de reais.

Segundo a PF, o Banco Digimais teria adotado práticas financeiras consideradas temerárias, análogas às do extinto Banco Master. A PF também investiga operações financeiras supostamente ilegais realizadas em benefício da empresa controladora do banco, além da possível falsificação e manipulação de informações inseridas em sistemas oficiais de registro do órgão regulador.

Os investigados poderão responder, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes de gestão fraudulenta, inserção de dados falsos em demonstrativos contábeis e realização de operações de crédito vedadas.

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4 Comentários
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Marco Antônio F
24 de junho de 2026 17:44

Por que o jornal e site “O Sul” não menciona o bolsonarista Edir Macedo? Por que será?

Marcelo Giroldi
23 de junho de 2026 19:59

Não adianta nada. Entra ano e sai ano e esse país continua sendo o país da roubalheira e da maracutaia. Não adianta.

Eloa Gute
23 de junho de 2026 15:15

Nem encontraram nada esses pastores são os maiores lavadores de dinheiro. Alguém duvida? A polícia é cega!

MIRO
23 de junho de 2026 11:19

VIROU MODA NO BRASIL….Todo mundo que precisa lavar dinheiro tem um BANCO, para chamar de seu…

Imaginem quem tem uma Igreja e uma TV… igual a quem tem tem um Partido e uma rede de trafic@ internacional de coisas.

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