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Política Polícia Federal irá responder se prisão domiciliar para Bolsonaro seria a “melhor alternativa”

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Ministro Alexandre de Moraes enviou para a corporação lista de perguntas apresentada por defesa do ex-presidente (foto)

Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil
(Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil)

O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), enviou para a PF (Polícia Federal) questionamentos apresentados pela defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). As perguntas deverão ser respondidas como parte da avaliação médica que a corporação irá realizar.

A PF deverá responder se a permanência de Bolsonaro na prisão significa “risco aumentado, concreto e previsível de agravamento” das suas doenças e se a prisão domiciliar seria a “melhor alternativa” para “preservar a vida, a integridade física e a dignidade humana”.

Na semana passada, ao determinar a transferência de Bolsonaro, Moraes também ordenou que o ex-presidente fosse submetido a uma junta médica da PF, que deve analisar se ele pode continuar cumprindo a pena na prisão. O ministro deu o prazo de dez dias para apresentação do laudo.

Na sexta-feira, os advogados de Bolsonaro apresentaram uma lista com 39 perguntas. Nesta segunda-feira, Moraes determinou o envio à PF. “Encaminhem-se cópia dos quesitos formulados pela defesa à Superintendência Regional da Polícia Federal no Distrito Federal, para que sejam respondidos pelos peritos no prazo assinalado”, estabeleceu.

Bolsonaro foi levado na semana passada para o 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal (PM-DF), conhecido como Papudinha, após passar quase dois meses na Superintendência da PF em Brasília.

A transferência foi uma resposta às críticas de familiares e aliados do ex-presidente sobre as instalações da PF. Moraes rebateu as reclamações, mas alegou que isso não impedia a mudança “para uma Sala de Estado Maior com condições ainda mais favoráveis”.

O ministro citou que o batalhão da PM-DF permitirá, por exemplo, “o aumento do tempo de visitas aos familiares, a realização livre de ‘banho de sol’ e de exercícios a qualquer horário do dia, inclusive com a instalação de aparelhos para fisioterapia, tais como esteira e bicicleta”. (Com informações de O Globo)

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Apolônio Chuwats
19 de janeiro de 2026 18:49

Bando de filhos da puta, vão mandar o bandido ,corno, vagabundo, assassino para casa fazer suruba, comer churrasco, foder até murchar a pingola e apostamos que ficará bom, sem doenças tá ok!!!!!!! “Não sou coveiro” ” vão chorar ate´quando\?” ” chega de mimimi” ” bando de maricas” jamais serei preso!” ” fui preso!” ” não entrego meu celular” ” pegaram meu celular” ” queria convoida-lo para ser meu vice em 2026 , meu binistro”

Apolônio Chuwats
19 de janeiro de 2026 18:50

O ladrão do lule ao menos foi bêbado para a cadeia, mas foi mais macho que esse corno, chupador de Aristides.

Apolônio Chuwats
19 de janeiro de 2026 18:52

Fico triste em saber que um estado tão maravilhoso como SC apoia e acolhe essa família de vadios, marginais, para mamarem nos impostos da população,gente que nunca trabalhou, nunca aprovram nada e batem palma para os filhos desse vagabundo bandido condenado do mitooooooooo, messias dos infernos, capitão de vaso sanitário.

Mauro da Fontoura
19 de janeiro de 2026 19:44

E a Papuda já foi ver o Papudo na papudinha?

Vanderlei Stefani
20 de janeiro de 2026 16:40

No exato momento em que o escândalo do INSS envolve o pastor André Valadão e o esquema do Banco Master resulta na prisão do pastor Fabiano Zettel, ambos da Igreja Batista da Lagoinha, Nikolas Ferreira decide sair numa caminhada de 7 dias de MG até Brasília pela “liberdade de Jair Bolsonaro”. Ou seja, um deputado que é pago com dinheiro público do contribuinte e já não trabalhava, pois passava o dia lacrando nas redes, agora decide subir ainda mais o nível da vagabundagem

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