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Brasil Polícia investiga se arma usada para matar Marielle foi jogada ao mar

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A vereadora do PSOL e seu motorista foram mortos em março de 2018, no Rio. (Foto: Ascom/Câmara Municipal do Rio de Janeiro)

Após o depoimento de uma testemunha, a Polícia Civil divulgou uma nova informação sobre o caso Marielle. Há a hipótese de que a arma usada para matar a vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes teria sido jogada ao mar na Barra da Tijuca. A testemunha seria um barqueiro, contratado por um cúmplice de Ronnie Lessa para ajudar a se desfazer de diversos armamentos, entre eles a arma desse crime.

O homem depôs na Delegacia de Homicídios, na presença de integrantes do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) do Ministério Público. Segundo as informações prestadas, as armas foram jogadas ao mar, no arquipélago das Tijucas, logo após a prisão de Ronnie Lessa, acusado de ter atirado contra Marielle e Anderson.

Em nota, a Polícia Civil informou que quatro suspeitos e testemunhas foram ouvidos nesta semana, na Delegacia de Homicídios sobre o descarte das armas. Em março e abril, equipes da Marinha e do Corpos de Bombeiros realizaram buscas com auxílio de sonar no mar onde o armamento teria sido jogado, mas nada foi encontrado.

Caso
Marielle e Anderson foram assassinados a tiros dentro de um carro na noite de 14 de março de 2018. Estão presos no Presídio Federal de Mossoró (RN), o policial militar reformado Ronnie Lessa e o ex-PM Élcio de Queiroz, acusados de matar a vereadora e o motorista.

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