Quarta-feira, 24 de julho de 2024

Porto Alegre

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail ou WhatsApp.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Colunistas Pompeo de Mattos defende medida provisória “para proteger nossas empresas e segurar empregos no RS”

Compartilhe esta notícia:

Deputado Pompeo de Mattos propõe medidas para manter a atividade econômica no Rio Grande do Sul. (Foto: Divulgação/Mário Agra/Câmara dos Deputados)

Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul. O Jornal O Sul adota os princípios editorias de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.

O deputado federal Pompeo de Mattos (PDT), integrante da mesa diretora da Câmara dos Deputados, relatou ontem que os membros da Comissão Externa sobre danos causados pelas enchentes no Rio Grande do Sul se reuniram na casa do presidente Arthur Lira com empresários gaúchos. Segundo Pompeo de Mattos, “foi uma reunião bem importante, com assuntos palpitantes, da qual participaram não só a Associação Comercial de Porto Alegre, mas também entidades representativas do comércio, da indústria, dos serviços, do agronegócio, como FARSUL, FEDERASUL, FIERGS, etc., todos angustiados, porque nós queremos reverter esse quadro econômico que o Rio Grande está vivendo, de muita dor, de muito sofrimento”.

Medida provisória para acelerar soluções

Pompeo de Mattos reiterou que defendeu no encontro na residência do presidente Arthur Lira que, dada a urgência para estas medidas, o melhor caminho seria a edição de uma Medida Provisória pelo Governo Federal:

“A exemplo do que o Brasil já fez em outros momentos, é preciso que se edite uma medida provisória que possa proteger as nossas empresas, segurar os nossos empregos, manter a atividade econômica, tão fundamental e tão necessária nessa hora. Essa é a nossa reivindicação.”

Ministro de Portos e Aeroportos promete e depois “despromete” operação de aeroportos no RS

O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, demonstrou ontem que não se deve confiar na palavra de ministros. Após acenar com a operação, em 15 dias, dos aeroportos de Torres e Canela, voltou atrás. O ministro desconversou ontem, durante reunião por videoconferência com o governador Eduardo Leite. Diversos secretários participaram da reunião e assistiram a mudança de posição do ministro. O governo gaúcho havia aceitado proposta da Infraero, que garantiu, em ofício, a operação de voos regulares em um prazo de 15 dias caso assumisse a outorga dos terminais. Agora, não vale mais o escrito e uma nova comissão de técnicos do governo federal virá ao Estado dia 12 para nova vistoria dos aeroportos.

Disputa política prejudica o RS

O recuo do ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa, surpreendendo o governo gaúcho, revela uma disputa de bastidores dentro do governo federal. Silvio Costa desautorizou o secretário Nacional de Políticas para o Turismo, Milton Zuanazzi, que em sintonia com a Infraero (Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária) formalizou no ultimo dia 25 de junho a disposição de investir e assumir a gestão de aeroportos do interior do Rio Grande do Sul.

Oposição quer CPI para investigar containers dos presentes de Lula

Vice-líder da oposição, o deputado federal gaúcho Mauricio Marcon propõe uma CPI na Câmara dos Deputados para “investigar desde os anos 2000, pois precisamos entender como o Lula tirou vários containers e não houve nada”. O deputado afirma que, diante do indiciamento do ex-presidente Jair Bolsonaro pela Polícia Federal, “vamos investigar desde os anos 2000, pois precisamos entender como o Lula tirou vários containers e não houve nada”, afirmou Marcon.

Proposta do senador Pacheco para dívida dos estados é decepcionante

O projeto de lei complementar apresentado ontem pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), para tratar da renegociação das dívidas dos Estados e do Distrito Federal com a União mais pareceu o “parto da montanha” que, na fábula, pariu um rato. A proposta aumenta a submissão dos Estados à União e condiciona o parcelamento à entrega pelos Estados de ativos importantes mediante a federalização do capital acionário . No caso de Minas Gerais, por exemplo, o estado entregaria estatais como a Cemig (energia), Copasa (saneamento) e Codemig (mineração). Foi desconsiderada a proposta do governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), de uma mudança do indexador de IPCA mais 4% para IPCA mais 1% como forma de garantir o pagamento das dívidas no longo prazo. Isso evitaria que o estoque da dívida dobre em uma década, como já ocorreu com os estados endividados.

Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul.
O Jornal O Sul adota os princípios editorias de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Colunistas

Lula pode rifar nome petista em Belo Horizonte
Panorama Político
https://www.osul.com.br/pompeo-de-mattos-defende-medida-provisoria-para-proteger-nossas-empresas-e-segurar-empregos-no-rs/ Pompeo de Mattos defende medida provisória “para proteger nossas empresas e segurar empregos no RS” 2024-07-10
Deixe seu comentário
Pode te interessar