Sexta-feira, 03 de Julho de 2020

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Porto Alegre Porto Alegre tem atualmente oito surtos de coronavírus sob monitoramento

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Túneis de descontaminação devem ser desativados. (Foto: Divulgação/SMS)

Desde a chegada da pandemia de coronavírus ao Rio Grande do Sul, há quase três meses, a SMS (Secretaria Municipal de Saúde) tem monitorado não apenas as suspeitas e confirmações, mas também possíveis surtos da doença, ou seja, quando há há mais de dois casos simultâneos em um mesmo lugar. Ao menos oito situações desse tipo são acompanhadas no momento.

De acordo com os serviços de Vigilância e Atenção Primária à Saúde, outra notificação recente já é dada como encerrada porque os pacientes já apresentam recuperação total. Isso acontece quando não já não há mais sintomas compatíveis com a Covid-19 há pelo menos 14 dias. Os locais dos surtos não foram informados pela prefeitura.

Uma reunião entre os membros do Comitê de Enfrentamento ao Coronavírus da SMS, nesta sexta-feira (5), detalhou os oito surtos ainda em andamento e como tem sido a condução pelas equipes técnicas da saúde municipal. O grupo deve voltar a se encontrar na segunda-feira, desta vez com representantes de instituições hospitalares da Capital, a fim de formular ações conjuntas para ampliar a integração e compartilhamento de informações por parte de todos os envolvidos.

Nas últimas semanas, a Secretaria Municipal aplicou testes (rápidos e PCR) em uma lista de locais que inclui hospitais, clínicas e serviços de saúde como laboratórios, além de um órgão público, abrangendo 264 pessoas, abrangendo dois grupos: profissionais da saúde (197 indivíduos) e usuários dos serviços do setor (58) da capital gaúcha. No primeiro grupo, 63 indivíduos receberam resultado positivo para coronavírus. Já o outro teve 14 confirmações.

Túneis de descontaminação

Os estabelecimentos comerciais de Porto Alegre que contam que cabines de descontaminação humana foram notificados pela prefeitura para que desativem esses equipamentos, até que estejam concluídos laudos capazes de comprovar a eficácia e a não-toxicidade dos produtos químicos utilizados. A medida atende a uma solicitação do Ministério Público e da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

(Marcello Campos)

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