Quarta-feira, 20 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 24 de janeiro de 2025
O tema fez parte do Manifesto dos Rios: Pela Urgente Limpeza e Desassoreamento dos Nossos Rios.
Foto: DivulgaçãoOs 22 prefeitos que compõem a Associação dos Municípios da Região Metropolitana de Porto Alegre (Granpal), dos quais 11 são novos executivos eleitos em 2024, solicitam a rápida adoção de medidas pera o desassoreamento dos rios que compõem a bacia do Delta do Jacuí para evitar mais transtornos com potenciais excesso de chuvas nos próximos meses.
O tema fez parte do Manifesto dos Rios: Pela Urgente Limpeza e Desassoreamento dos Nossos Rios veiculado pelos participantes da imersão estratégica realizada nesta quinta (23) e sexta-feira, (24), na cidade de Santo Antônio da Patrulha (RS).
“Este é um problema de proporções imensuráveis que ameaça a vida, a saúde e a segurança dos cidadãos gaúchos. Não estamos mais lidando com períodos alternados de chuvas intensas e estiagem. A cada enchente, a cada transbordamento dos rios, o risco de tragédias e danos irreversíveis se torna mais evidente. A limpeza dos rios e o desassoreamento das vias fluviais são urgentes e devem começar imediatamente. O tempo é nosso inimigo, e cada dia sem ação põe em risco a segurança da população e a infraestrutura de nossas cidades. As prefeituras da Região Metropolitana estão prontas para colaborar com o governo estadual, mas é necessário agir com a rapidez que a situação exige”, diz o documento.
Conforme Marcelo Maranata, presidente do Consórcio da Granpal, e prefeito de Guaíba, o encontro serviu ainda para o debate de outros temas que impactam os 40% da população gaúcha que vive na região. Saúde, educação e mobilidade urbana são sensíveis para todos os prefeitos.
“Foram dois dias em que planejamos as ações da Granpal para os próximos anos, alinhando as pautas prioritárias para melhorar a vida da nossa população, que responde por mais de 30% do Produto Interno Bruto (PIB)pib do estado”, comenta Maranata.
Ele argumenta que é preciso respeitar processos públicos que são necessários para a dragagem dos rios, mas a preservação da saúde hídrica dependem de uma ação imediata e eficaz.
“O desassoreamento não é uma causa local, mas uma causa regional e estadual. Ele é fundamental para o futuro das nossas cidades, a proteção do meio ambiente e a qualidade de vida das futuras gerações. Chegou o momento de agir”, defende Maranata.
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O problema começa nos municípios que não exercem o princípio constitucional do “poder-dever”, o resto é consequência!
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Não podemos nos esquecer que um dos responsáveis pelo assoreamento dos rios é O AGRO, QUE DESMATOU todas as nossas florestas. E o pior, com safras subsidiadas com dinheiro dos impostos do povo pobre. E o que é pior ainda, mesmo povo que subsidia as safras passa fome. Esse é o círculo DANOSO gerado pelo tal AGRO.