Domingo, 26 de julho de 2026
Por Redação O Sul | 26 de julho de 2026
O Novo realizará nesta segunda a convenção nacional que deve confirmar Zema como candidato.
Foto: Divulgação/Equipe ZemaO pré-candidato à Presidência Romeu Zema (Novo) afirmou no sábado (25) que pretende se reunir com Joaquim Barbosa, ex-ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), e o citou como um dos nomes cogitados para ser vice na sua chapa. O Novo realizará nesta segunda-feira (27) a convenção nacional que deve confirmar Zema como candidato na corrida presidencial.
“Já comentei com o ministro Joaquim Barbosa que, indo ao Rio de Janeiro, quero, sim, ter um encontro com ele. É um mineiro do norte de Minas que fez um belíssimo e reconhecido trabalho combatendo a corrupção. E nós temos aí diversas conversas. É uma pessoa que eu admiro muito e que o partido tem cogitado”, disse Zema a jornalistas durante agenda no Rio Grande do Sul.
O político participou da convenção do Novo no Estado, evento que oficializou a indicação do deputado federal Marcel van Hattem como candidato do partido ao Senado.
Filiado ao DC (Democracia Cristã), Joaquim Barbosa teve seu nome anunciado como pré-candidato à Presidência pela sigla, mas o ex-magistrado desistiu e informou que não pretendia ser candidato. Barbosa avaliou que o partido não tem estrutura para lançá-lo a um pleito nacional.
Questionado sobre suas críticas ao STF, Zema fez elogios ao ex-ministro e o diferenciou dos atuais integrantes da Corte. “Eu acho que o ministro Joaquim é um oposto de vários ministros do STF hoje”, afirmou.
Joaquim Barbosa exerceu mandato no STF de julho de 2003 a julho de 2014, quando se aposentou de forma antecipada. Ele presidiu a Corte entre 2012 e 2014.
“Ele foi um ferrenho combatente da corrupção. E vive uma vida totalmente republicana. Está morando no Rio de Janeiro, tenho certeza que ninguém da família dele, nem ele próprio, obteve contratos e vantagens como os atuais ministros têm obtido”, declarou Zema.
Zema já havia adiantado que a decisão sobre seu vice ocorreria até a data limite, ou seja, 5 de agosto, quando encerra o período de convenção partidária. Recentemente, ele mencionou a hipótese de a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) ocupar o cargo.
Em resposta, ela escreveu nas redes sociais que: “não há nenhuma possibilidade de isso acontecer”. Além disso, Michelle citou que é filiada ao PL e que, portanto, “um mesmo partido não pode ter duas cabeças de chapa concorrendo em coligações distintas para os mesmos cargos majoritários”. (Com informações dos portais CNN Brasil e Correio Braziliense)
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