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Mundo Presidente da Argentina anuncia que não irá concorrer pela reeleição

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Alberto Fernández publicou nas redes sociais uma mensagem afirmando que entregará a faixa presidencial ao presidente eleito.

Foto: Reprodução
Alberto Fernández publicou nas redes sociais uma mensagem afirmando que entregará a faixa presidencial ao presidente eleito. (Foto: Reprodução)

Alberto Fernández, presidente da Argentina, publicou nas redes sociais nesta sexta-feira (21) que não irá concorrer pela reeleição. Na mensagem, Fernández diz que no próximo dia 10 de dezembro, quando a democracia argentina completa 40 anos, ele entregará a faixa presidencial para a pessoa que for eleita.

“Vou trabalhar muito para que o próximo presidente seja um parceiro do nosso setor político”, acrescentou. Com Cristina Kirchner indo bem nas pesquisas e a pressão popular para que ele se retirasse da disputa parecia questão de tempo até o anúncio.

Situação da Argentina

Os últimos 4 anos do governo de Fernández definitivamente não foram como ele esperava, inclusive, no vídeo em que comenta da desistência, Fernández diz que não pôde concretizar alguns projetos e sonhos que tinha para seu mandato.

O fator econômico pesou contra Fernández em muitos momentos do seu governo. O anúncio acontece no dia seguinte de uma alta relevante no dólar blue, uma ferramenta do mercado paralelo em que o dinheiro local vale muito menos em relação às moedas estrangeiras.

A inflação deste mês de março foi a maior em 20 anos na Argentina (7,7%).

O discurso durante o vídeo passa a visão de que o presidente abriu mão da concorrência para focar seu tempo e seus esforços em administrar a crise econômica.

Relação

Além de serem presidente e vice, Fernández e Kirchner dividem muitos momentos na vida política.

Alberto Fernández, já era vereador de Buenos Aires e um político com conexões no centro do poder na Argentina no início dos anos 2000.

Com sua influência, ele apresentou o casal Kirchner, que vinha de uma província pequena, a dirigentes influentes do país.

Foi então que se formou o Grupo Calafate que anos depois levaria Néstor Kirchner à presidência da Argentina, assim como Alberto Fernández.

Fernández venceu as eleições em outubro de 2019 quando concorreu com Maurício Macri, à época presidente em exercício do país.

Macri estava entre os nomes possíveis para a oposição de Fernández na próxima eleição, mas também se retirou da disputa.

Cristina Kirchner, vice-presidente na chapa de Fernández é viúva de Néstor, que morreu em 2010.

Ela é vista como a principal candidata para as eleições presidenciais deste ano no país.

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Jorge Souza
21 de abril de 2023 21:26

QUE O DIGA O SARNEI, QUANDO RECEBEU DOS MILITARES UM BRASILCOM INFLAÇÃO A MAIS DE 200¨%

Fernando Krause
21 de abril de 2023 16:31

O socialismo vai deixar um país mais falido do que recebeu!

Jorge Souza
21 de abril de 2023 21:23

O EXÉRCITO DEIXOU O BRASIL NOS ANOS 80 COM INFLAÇÃO DE MAIS DE 200% E PELO QUE EU SEI NÃO ERA AMIGUINHO DO LULA, MAS COMO A HIPOCRISIA CEGA AS PESSOAS, A CULPA VAI SEMPRE CAIR NA CONTA DA ESQUERDA

Ck Ps
21 de abril de 2023 18:06

nao é bem assim, a argentina passa por 20 anos de desindustrializacao crescente. Mas, usando do teu raciocínio rapidinho e raso, ele foi eleito pq o empresário liberal e bem sucedido entregou pais bem ruim tanto q pais quis voltar p esquerda. Isso tu omite dolosamente ne?

Carlos Alberto Pugliese
21 de abril de 2023 16:45

O Fernandez quebrou a Argentina, amiguinho do Luladrão ….inflação de 104 % ao ano

Carlos Alberto Pugliese
21 de abril de 2023 18:53

corrupaco

Vanderlei Ochoa
21 de abril de 2023 16:55

Pegou a ARGENTINA com inflação de 50% do seu MACRI…pois é. E dizem que é ele que quebrou a ARGENTINA. Coisas de mau caráter.

Nilton G Veiga
21 de abril de 2023 17:17

Os hermanos trocarão seis por meia dúzia se reelegerem Cristina Kirchner.

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