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Mundo Presidente da Argentina reforça sua segurança pessoal. A medida foi tomada após a entrada do PCC no país

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Ao sair do Ministério da Defesa, o presidente evitou críticas à Marinha e tentou acalmar as famílias dos tripulantes. (Foto: Reprodução)

A Casa Rosada reforçou nos últimos dias a segurança do presidente argentino, Mauricio Macri, após receber informações sobre a entrada no país de pelo menos 30 integrantes do PCC (Primeiro Comando da Capital), segundo informaram nesta segunda-feira meios de comunicação locais, entre eles o jornal Clarín.

Os membros do PCC estariam, segundo as mesmas informações, na província de Corrientes, localizada em um amplo setor da fronteira entre Brasil e Argentina. Paralelamente, autoridades uruguaias foram informadas nas últimas horas de que o PCC estaria organizando um roubo à empresa de segurança Prosegur, que em abril passado sofreu um assalto em sua agência de Cidade do Leste, no Paraguai.

As informações sobre a presença de integrantes do PCC na Argentina partiram do Departamento de Unidade de Investigação Antiterrorista da Polícia Federal Argentina e da Gendarmeria Nacional (corpo de segurança nacional do país).

Em Corrientes, a polícia local já divulgou comunicados internos alertando sobre a possível circulação de integrantes do PCC na região.

– Há alguns dias, a polícia de Corrientes informou sobre a chegada de homens do PCC à região. Por enquanto, é só o que podemos dizer – comentou uma fonte do governo argentino.

Desde que chegou ao poder, em dezembro de 2015, o presidente argentino recebeu várias ameaças, principalmente através das redes sociais, e foi obrigado a reforçar medidas de segurança internas. Macri já foi atacado com pedras durante um ato na cidade de Mar del Plata, a 400 quilômetros de Buenos Aires.

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