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Política Presidente da Câmara dos Deputados avalia afastamento do mandato de pelo menos três parlamentares por 6 meses, devido a motim

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Motta recebeu o nome dos principais motinados e examina um ofício enviado pelo PT, PSB e PSOL.

Foto: Bruno Spada/Ag. Câmara
Motta recebeu o nome dos principais motinados e examina um ofício enviado pelo PT, PSB e PSOL. (Foto: Bruno Spada/Ag. Câmara)

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB) avalia afastar o mandato dos deputados federais Marcos Pollon (PL-MS), Paulo Bilynskyj (PL-SP) e Zé Trovão (PL-SC) por seis meses, além de aplicar advertência a outros parlamentares que participaram do motim que tentaram impedir o trabalho do plenário da Casa.

Motta recebeu o nome dos principais motinados e examina um ofício enviado pelo PT, PSB e PSOL que pede a suspensão de cinco parlamentares.

Além dos já mencionados, esses três partidos também pediram a suspensão cautelar a apuração do caso no Conselho de Ética da Marcel van Hattem (Novo-RS) e Júlia Zanatta (PL-SC). Van Hattem ainda passa por uma avaliação de afastamento cautelar.

Pollon foi o último a resistir e foi ele quem teve que ceder a cadeira da presidência da Câmara para Motta retomar os trabalhos. Dias antes, ele chamou o presidente da Câmara de “bosta” e “baixinho de um metro e 60″.

Na representação, os partidos de esquerda dizem que Zé Trovão tentou impedir fisicamente Motta de conseguir voltar à Mesa Diretora. “A liberdade de expressão parlamentar não abrange o direito de impedir fisicamente o exercício legítimo de função pública”, diz o documento.

Já Bilynskyj, segundo a representação, “impediu a instalação da sessão plenária, cerceou o direito de voz de outros parlamentares e interrompeu o funcionamento constitucional da Casa”.

Bilynskyj também tumultuou sessão da Comissão de Direitos Humanos da Câmara e ocupou cadeira na mesa do colegiado para fazer “paridade de armas”.

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