Segunda-feira, 08 de junho de 2026
Por Redação O Sul | 26 de maio de 2025
Esse foi o primeiro pronunciamento do presidente da Câmara dos Deputados após as medidas anunciadas pelo governo
Foto: Kayo Magalhães/Agência CâmaraO presidente da Câmara, Hugo Motta, criticou nesta segunda-feira (26) a alta do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) para algumas modalidades de transação. Em uma publicação em uma rede social Motta afirmou que “o Estado não geral riqueza – consome”. E que o Brasil “não precisa de mais um imposto”, mas, sim, de “menos desperdício”
Em outro trecho da publicação, o presidente da Câmara frisou que “o Executivo não pode gastar sem freio e depois passar o volante para o Congresso segurar”. Esse foi o primeiro pronunciamento do presidente da Câmara desde que o governo anunciou as medidas sobre o IOF na última quinta-feira (22).
Na ocasião, o governo divulgou o aumento do IOF sobre uma série de operações de crédito, como parte de um pacote para impulsionar a arrecadação de impostos e tentar controlar o déficit nas contas públicas.
Parte do pacote previa a taxação de recursos enviados para investimentos no exterior. A medida foi cancelada no mesmo dia. O temor era que fosse interpretada como uma tentativa de controlar a saída de recursos do Brasil.
Com o cancelamento, as contas ficaram ainda mais difíceis de fechar. E, por isso, o governo agora estuda como compensar essa mudança – com o corte de mais despesas ou o anúncio de novas medidas.
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Pois é… mas os vermes que elegeram essa corja, concordam com a gastança!
O cumpanhero se revoltou com o encantador de jumentos ??????
Ou é só mais um teatrinho para enganar os trouxas…
E o Congresso que gasta milhões e milhões de reais para sustentar os mandados das beldades, com gastos estúpidos. Além do desvio das verbas para seus colégios eleitorais. Este presidente da Câmara ja está com o rabo preso por maracutaias.aff
E as emendas pix para deputados? Os patriobois concordam? Em 2025 serão 50 BILHÕES DE REAIS, mais o custo do Congresso em 3 BILHÕES. Pensem…