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Economia Presidente da Câmara dos Deputados diz que previsão é de auxílio emergencial em torno de R$ 250 por quatro meses até junho

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O presidente da Câmara também disse que a previsão é de que até maio o governo federal tenha 140 milhões de vacinas

Foto: Michel Jesus/Câmara dos Deputados
O presidente da Câmara também disse que a previsão é de que até maio o governo federal tenha 140 milhões de vacinas. (Foto: Michel Jesus/Câmara dos Deputados)

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), afirmou nesta segunda-feira (01), que o governo estuda renovar o pagamento do auxílio emergencial em quatro parcelas de R$ 250, nos meses de março, abril, maio e junho, a fim de combater os efeitos econômicos nocivos da pandemia da Covid-19.

O governo também analisará durante este período a criação de um novo programa de distribuição de renda, proposta que vem sendo discutida desde o último ano, mas que não decolou, entre outros motivos, por falta de espaço fiscal no Orçamento.

Lira esteve reunido na noite do domingo (28), com o presidente da República, Jair Bolsonaro, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), e o ministro da Economia, Paulo Guedes, em um encontro que classificou como “bastante produtivo”, para tratar de assuntos como a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) Emergencial, auxílio e vacinação.

Vacinas

O presidente da Câmara disse que a previsão é de que até maio o governo federal tenha 140 milhões de vacinas. Lira afirmou que o calendário é “otimista” e que durante o encontro foi discutida uma “lógica de destravamento” para a aquisição de insumos e vacinas para o Brasil.

“É a única saída que nós temos para garantir a saúde da população e reaquecimento da economia”, apontou Lira sobre a vacinação nacional.

Segundo o presidente da Câmara, além de novas negociações, há “perspectiva clara de contratação por parte dos laboratórios, só tem que se fazer acompanhamento da importação de insumos e acompanhamento da produção” pelos laboratórios que ficaram responsáveis pela produção dos imunizantes, no caso o Instituto Butantan e a Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz).

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