Quinta-feira, 03 de setembro de 2026
Por Redação O Sul | 4 de dezembro de 2025
Hugo Motta comentou os requerimentos de 30 deputados que pediram a retirada das suas assinaturas da PEC
Foto: Bruno Spada/Câmara dos DeputadosO presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou nesta quinta-feira (4), que quer abreviar o rito de tramitação da PEC (proposta de emenda à Constituição) sobre a reforma administrativa e levá-la direto ao plenário, sem passar pelas comissões. As declarações ocorreram enquanto o deputado deixava um hotel em Brasília, onde participou do Fórum Jota – Segurança Jurídica.
Motta comentou os requerimentos de 30 deputados que pediram a retirada das suas assinaturas da PEC. “Do ponto de vista regimental, não tem nenhum prejuízo. O que nós temos que ter é condição política mesmo para aprovar. É o que estou sentindo com as lideranças”, disse.
Questionado sobre se encaminhará a proposta para a CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) ou se vai apensar o texto a uma PEC já pronta para a análise do plenário, Motta respondeu: “A minha ideia é levar direto para o plenário”.
Protocolada em 24 de outubro, a PEC da reforma administrativa permanece parada e depende de despacho do presidente da Câmara para tramitar. O rito normal seria encaminhar a proposta à CCJ para depois submetê-la a uma comissão especial. Porém, Motta pode juntar o texto a uma PEC similar que já tenha passado por essas etapas. Dessa forma, o projeto poderá ser analisado diretamente no plenário.
A reforma administrativa é uma das principais bandeiras de Motta e foi gestada em um grupo de trabalho coordenado pelo deputado federal Pedro Paulo (PSD-RJ). Após 171 deputados terem assinado a PEC para ser protocolada, 30 deputados já desembarcaram da proposta e apresentaram requerimentos de retirada de assinatura.
Entre os deputados que apresentaram requerimentos nesse sentido estão o líder da oposição, Zucco (PL-RS), o líder do União Brasil, Pedro Lucas Fernandes (MA), e o líder do PP, Dr. Luizinho (RJ). (Com informações de O Estado de S.Paulo)
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A esquerdopata planeja em 12 anos implementar o Socialismo Chinês no Brasil , o povo trabalha nao tem salário, veste roupas iguais com uma estrela na túnica zinza ( todo vestido iguais para nao haver comparações, o povo terá direito à uma caderneta ( chamada voto único) para pegar uma bolsa família é 2 bujoes de gás por ano.
Funcionários e políticos terão privilégios custeados pelo suor do povo ( chamado Jeji) .
Quando o assunto cai na mão de gente séria, sem rabo preso com bandido e sem compromisso com “covil político”, o resultado aparece. O relatório do senador Alessandro Vieira no PL Antifacção simplesmente desmancha a aberração que saiu da Câmara pelas mãos do Derrite. O que foi aprovado lá tinha cara de espetáculo, cheiro de autoritarismo e zero compromisso com a Constituição. Agora, no Senado, o texto volta a ser tratado como se deve: com técnica, responsabilidade jurídica e respeito ao Estado de Direito. É a diferença entre legislar pensando em polícia midiática… ou legislar pensando em Justiça de verdade.… Leia mais »