Quarta-feira, 30 de setembro de 2026

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Política Presidente da Câmara dos Deputados se reúne com líderes partidários nesta segunda para discutir acordo sobre preço dos combustíveis

Compartilhe esta notícia:

Lira tenta encontrar uma saída para conter o avanço do valor do litro da gasolina e do botijão de gás de cozinha. (Foto: Carol Garcia/Gov-BA)

O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), tenta costurar um entendimento entre líderes de partidos para poder votar, esta semana, projetos relacionados ao preço dos combustíveis. No final da tarde desta segunda-feira (4), Lira terá uma reunião com deputados para tentar levar o assunto ao plenário.

No fim de semana, o presidente da Câmara manteve o diálogo com parlamentares. De olho na alta dos derivados do petróleo, conversou sobre a possibilidade de estruturar um “fundo estabilizador”, que protegeria os consumidores das oscilações do preço dos combustíveis.

Como confirmou o presidente da Petrobras, Joaquim Silva e Luna, lucro e tributos repassados pela estatal à União pode compor esse fundo.

Também está em negociação projeto que trata de um novo modelo para a cobrança do ICMS, imposto estadual, sobre o gás, gasolina e diesel. O texto debatido pela Câmara torna a cobrança uniforme em todo o país, com percentual pactuado entre os estados.

A redação atual, porém, gera resistência de boa parte da Câmara e também de governadores, pois pode causar perda de arrecadação e de autonomia.

Nas últimas semanas, Lira e o presidente Jair Bolsonaro cobraram uma solução para a alta dos preços, que contribui diretamente para a pressão inflacionária. Eles tentam achar soluções para que haja uma queda nos valores cobrados ao consumidor.

Após uma semana de forte pressão sobre a Petrobras, o presidente da estatal, Joaquim Silva e Luna, afirmou que se o preço da gasolina for represado, o país vai ter desabastecimento.

Segundo ele, não há espaço para uma política artificial de preços, pois a importação responde por cerca de 30% da gasolina e do diesel no país. Ele ressalta que a Petrobras é responsável apenas por uma fração do preço cobrado nas bombas. E atribui a uma tempestade perfeita, causada por fatores como pandemia e crise hídrica, a disparada nos preços.

Na semana passada, a estatal anunciou que destinaria R$ 300 milhões para a compra do botijão por famílias de baixa renda. No mesmo sentido, a Câmara aprovou um projeto, agora em discussão no Senado, que cria um subsídio para a concessão de 50% do valor do botijão aos mais vulneráveis.

tags: em foco

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Política

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

Luciano Hang, dono da Havan, ganha mais de 112 mil novos seguidores após depoimento na CPI da Covid
Saiba como dar entrada na sua aposentadoria no INSS
Pode te interessar