Sábado, 23 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 23 de agosto de 2022
O objetivo é testar se a urna processa corretamente o voto, comparando a soma dos votos na cédula com o boletim de urna.
Foto: ReproduçãoO presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Alexandre de Moraes, e o ministro da Defesa, Paulo Sergio Nogueira, debateram nesta terça-feira (23) a possibilidade de a Justiça Eleitoral acatar as sugestões dos militares referentes a mudanças no chamado teste de integridade das urnas eletrônicas, de acordo com fontes militares.
O objetivo é testar se a urna processa corretamente o voto, comparando a soma dos votos na cédula com o boletim de urna. Os militares defendem que a urna seja testada na própria seção eleitoral (hoje ela é levada aos TREs) e um eleitor use a biometria para liberar a urna eletrônica (hoje um servidor da Justiça Eleitoral libera a urna para digitação).
Outras duas sugestões que os militares vinham defendendo – o teste público de segurança e a ampliação de observadores – foram descartadas pelos próprios, segundo fontes ligadas ao ministro da Defesa. A avaliação dos militares é de que o próprio TSE já cuidou de avançar com elas.
O teste público de segurança, por exemplo, vem sendo capitaneado por universidades públicas e já há um rol considerável de observadores nacionais e internacionais para as eleições deste ano.
Neste sentido, para os militares, restou avançar sobre o teste de integridade das urnas eletrônicas, e o assunto teria sido central na conversa entre Moraes e Paulo Sergio na tarde desta terça-feira. O encontro teve, portanto, um resultado prático para além do simbolismo político de distensionar a relação entre militares e a Justiça Eleitoral que ficou inviabilizada nas gestões de Luís Roberto Barroso e Edson Fachin, antecessores de Moraes.
O próximo passo agora é que seja agendada uma reunião entre as áreas técnicas da Defesa e do TSE para verificar o que é possível ser feito em relação ao teste de integridade.
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Desde a chegada da “república dos aratacas” ao governo (1985) até o fim dos petralhas, foi só roubalheira . O que as FFAA querem é não ter que tomar a “última medida”, o que seria ruim para o país…SMJ
Frases que me fazem desconfiar dessa urna sagrada:
“Eleição não se vence, se toma”. Alegando brincar com um amigo, o ministro do Supremo Tribunal Federal e presidente do Tribunal Superior Eleitoral – tá gravado, mas as agencias de checagem classificam como fakenews. Não confiem em agencia de checagem, elas mentem tambem
“Não sei se seria eleito presidente sem o voto eletrônico”, diz Lula
isso são fatos.
Tem gente com medo de um simples comprovante de voto,é muito estranho.
Só não podem ser captaneados por universidades, pois elas são todas de esquerda,
No ano seguinte, iniciaram-se as campanhas das Diretas Já, que acabaram rejeitadas no Congresso Nacional. Entretanto, o governo Figueiredo permitiu a eleição presidencial indireta, que decretaria o fim do Regime Militar.
Os seis anos do seu mandato registraram crescimento de 13,93% do PIB (média de 2,34%), porém com redução de 0,17% da renda per capita[3]. Foi sucedido pelo Governo Sarney (1985 -1990) que entregou a inflação a 1972,91%.[5]