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Mundo Presidente da Rússia propõe negociação direta com a Ucrânia, e Zelensky exige cessar-fogo antes de dialogar

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Enquanto militares russos ainda avançam sobre o território vizinho, Putin (foto) indicou Istambul, na Turquia, como cenário para o início de novas negociações

Foto: Reprodução
É decisão do russo vir ou não à cúpula do Brics, nos dias 6 e 7 de julho. (Foto: Reprodução)

O presidente russo, Vladimir Putin, afirmou neste domingo (11) que propôs retomar conversas diretas com a Ucrânia para encerrar o conflito entre os países — que já se estende por mais de 3 anos. A iniciativa foi bem recebida pelo homólogo ucraniano que exigiu um cessar-fogo. Volodymyr Zelensky classificou a fala como um “sinal positivo”.

Enquanto militares russos ainda avançam sobre o território vizinho, Putin indicou Istambul, na Turquia, como cenário para o início de novas negociações. “Estamos propondo que Kiev retome as negociações diretas sem quaisquer pré-condições”, afirmou o líder do Kremlin em um comunicado televisionado.

“Oferecemos às autoridades de Kiev que retomem as negociações já na quinta-feira (15), em Istambul” , disse Putin.

Já em seu perfil oficial no X (antigo Twitter), Zelensky escreveu que “o mundo inteiro está aguardando” por uma paz duradoura entre os países, mas que o “primeiro passo” é o cessar-fogo. O presidente da Ucrânia afirmou que não há razão para mais mortes e espera que os russos confirmem uma pausa “total, persistente e confiável” a partir de amanhã, 12 de maio.

Em resposta a Putin, o gabinete de Recep Tayyip Erdogan, presidente turco, afirmou que a cidade “está pronta para sediar negociações que levariam a uma solução permanente”. “Um ponto de virada histórico”, em sua análise.

A Turquia, que é membro da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), já sediou outras reuniões entre os dois países e adota comumente uma posição neutra no conflito. Ora estando a favor da integridade territorial da Ucrânia, ora sendo contrária as sanções aplicadas à Rússia.

Em 2022, o projeto de acordo firmado em Istambul obrigava Kiev a abandonar a intenção de se aliar a Otan, aceitar o status permanente de neutralidade e se livrar de todo armamento nuclear em troca de proteção do Conselho de Segurança da ONU (Organização das Nações Unidas) — composto por Estados Unidos, China, Reino Unido, França e a própria Rússia.

Trump também comenta

Outra autoridade a comentar a possibilidade de um cessar-fogo foi o presidente norte-americano Donald Trump. Em sua rede social, a Truth, publicou que este é “potencialmente um ótimo dia” aos dois países. “Pensem nas centenas de milhares de vidas que serão salvas quando esse banho de sangue sem fim chegar ao fim”.

Trump, que fez da paz entre Rússia e Ucrânia uma promessa de campanha, afirmou que continuará a “trabalhar com ambos os lados”. “Os EUA querem concentrar-se, em vez disso, na reconstrução e no comércio”. “Uma grande semana chegando!”, publicou publicou o presidente dos Estados Unidos.

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Vanderlei Ochoa
11 de maio de 2025 20:44

Viva a RÚSSIA. Grande país. Grande povo, sempre desprezados pelos capitalistas ordinários do ocidente.

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