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Economia Presidente do Banco Central afirma que ideia de moeda comum é antiga e busca resolver questão que não existe mais

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"Se você acredita no avanço dos pagamentos digitais e na digitalização de processos, você não precisa de uma moeda comum", disse Campos Neto.

Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil
Presidente do BC afirmou que reajuste da gasolina tem impacto direto sobre o IPCA. Petrobras anunciou nesta terça-feria (15) alta na gasolina e diesel. (Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

Enquanto o governo Lula defende a criação de uma moeda comum para as trocas comerciais dentro do Mercosul, com o resto da América do Sul e até mesmo com os países dos Brics, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, avaliou que esse tipo de ideia é antiga e busca endereçar uma questão que não existe mais.

“Se você acredita no avanço dos pagamentos digitais e na digitalização de processos, você não precisa de uma moeda comum para ter essa eficiência comercial”, afirmou nesta sexta-feira (2). “Mas os governos em geral ainda são muito analógicos.” Segundo ele, porém, o BC não tem nenhum poder de vetar esse tipo de iniciativa.

Campos Neto disse que houve dois episódios com tentativas de se criar uma moeda comum no comércio entre o Brasil e a Argentina, e em ambos os casos ele foi contra. “Tentei explicar para um oficial do governo e não podia usar termos muito técnicos, então disse que uma moeda comum é como uma criança com DNA do pai e da mãe. A união de duas moedas significa que a taxa de juros vai ser uma mistura desses dois países, uma mistura de duas inflações”, argumentou.

Juros

O patamar da Selic tem sido motivo de embates entre Lula e o presidente do Banco Central desde o início do governo. Para o petista, há condições para a redução da taxa de juros, que, na avaliação de Lula, atrapalha o crescimento econômico.

Em evento nesta sexta-feira, o petista voltou a criticar a alta taxa de juros no País, atualmente em 13,75% ao ano. A Selic é fixada pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central. A crítica foi feita quando Lula defendia investimentos em educação. O petista disse que “gasto” é “pagar 13,75% de juros para o sistema financeiro”.

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Fernando Krause
2 de junho de 2023 19:10

Resumindo aos esquerdopatas adoradores do encantador:
-Taxa de juros 🇧🇷: 13,25 % a.a.
-Inflação 🇧🇷: 6% a.a.
-Taxa de juros 🇺🇾: 97% a.a.
-Inflação 🇺🇾: 108% a.a.
Uma “mierda” comum vai CONTAMINAR o Brasil com a falência Argentina.
O link abaixo confirma a inflação de lá:
https://www.google.com/search?q=juros%20argentina%202023…

Gilberto Silva da Veiga
2 de junho de 2023 19:34

A ideia de uma moeda comum entre Brasil e Argentina é um atraso.

Vanderlei Ochoa
3 de junho de 2023 10:13

É a voz do Bolsonaro ecoando ainda nos ARES DO BRASIL…..hahahahahahahahahah

Paulo Jesus Corrêa
3 de junho de 2023 15:22

Moeda comum, até parece ser a solução dos problemas da incompetência da gestão pública desses governos Populistas e Demagógicos!

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