Sexta-feira, 18 de setembro de 2026
Por Redação O Sul | 12 de agosto de 2021
“O Brasil é um país altamente endividado", destacou Roberto Campos Neto
Foto: Marcello Casal Jr/Agência BrasilO presidente do BC (Banco Central), Roberto Campos Neto, voltou a afirmar nesta quinta-feira (12) que a instituição financeira fará “o que for preciso” para manter a inflação dentro das metas estabelecidas.

“Vamos usar todo instrumento existente, na medida em que for preciso, para que as inflações fiquem ancoradas no médio e longo prazo”, afirmou Campos Neto durante o 33º Congresso Nacional da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes.
A declaração, segundo ele, visa tranquilizar o mercado quanto à capacidade do Brasil de manter a estabilidade fiscal em meio a “sucessivos choques” que vêm afetando a economia global.
“Entendemos que, quando o BC passou uma mensagem mais dura em relação a isso, as inflações implícitas de longo prazo, que estão muito ligadas à percepção fiscal, começaram a cair. Por isso, é tão importante passar a mensagem de credibilidade fiscal para os agentes econômicos”, acrescentou.
Ele ressaltou que grandes investidores estão atentos ao grau de endividamento dos países emergentes, entre eles o Brasil, cuja dívida pública já vinha crescendo antes mesmo da pandemia.
“O Brasil é um país altamente endividado. E há uma percepção de piora fiscal, uma expectativa quanto ao que o Brasil vai fazer para voltar aos trilhos do equilíbrio fiscal. Qualquer notícia que leva os agentes econômicos a entenderem que há uma desestabilização fiscal, isso tem efeito nas variáveis macroeconômicas, o que tem influência na recuperação do crescimento econômico”, disse Campos Neto. Ele mencionou que, devido a esse contexto, as taxas de juros vêm subindo em vários países, incluindo o Brasil.
Vacinas
O presidente do BC reconheceu que, em termos macroeconômicos, o Brasil continua sendo impactado pelos efeitos da pandemia de Covid-19, mas frisou que, com o avanço da vacinação da população, a atividade econômica vem sendo gradualmente retomada.
“Quando comparamos o número de casos [de pessoas infectadas recentemente pelo coronavírus] com o número de óbitos, [vemos que] a vacinação é muito efetiva e é a saída que imaginávamos que proporcionaria a reabertura da economia”, disse.
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Tú tem uma séria fixação no Lula. Será a barba? Acho que o Lula não quer nada, aliás, nem faz parte da matéria. Robozinho? A menos que mude, e muito, Lula volta ano que vem. Com toda certeza. Por comentários como os teus que nada dizem além de ódio e medo.
Com um jumento primo irmão do Lula na prresidência, ninguém segura a inflação, talvez a Dilmoca Anta mandioca faça alguma mágica assim com fez na compra de Passadena.
Só conter a taxa do Dolar….!
Estamos sofrendo ataques especulativos ….. e não estamos fazendo nada…..!
É só conversa. A inflação beneficia os empresários com lucros cada vez maiores para se “adequar”. Nâo vai fazer nada. Mais mentiras e ilusões.