Sexta-feira, 29 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 30 de março de 2016
Logo depois de o PMDB oficializar o desembarque do governo, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), que não participou da reunião do partido, afirmou esperar que o processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff não chegue ao Senado.
“Eu acho que, se esse processo chegar no Senado, e espero que não chegue, nós vamos juntamente com o Supremo Tribunal Federal decidir o calendário. A Constituição prevê que esse julgamento aconteça em até seis meses”, afirmou Calheiros, após ser questionado sobre a velocidade com a qual conduzirá o processo de impeachment da presidenta, caso chegue ao Senado.
Em seguida, ele foi questionado pelos jornalistas sobre o motivo pelo qual espera que o processo não chegue e se defende a permanência de Dilma. O senador evitou responder e encerrou a entrevista. Calheiros disse que não participou da reunião na qual foi decidida a saída do PMDB do governo para não “partidarizar” o papel que exerce como presidente do Senado.
O presidente do Senado limitou-se a dizer que o rompimento do PMDB com o Executivo foi “uma decisão democrática” do partido e “tem que ser levada em conta”.
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