Quarta-feira, 27 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 1 de março de 2025
Decisão do presidente do Senado garante folga a cada três dias trabalhados para determinados cargos e permite "penduricalho" com a venda da licença
Foto: Moreira Mariz/Agência SenadoO presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), assinou ato na sexta-feira (28) que permite uma “licença compensatória” para determinados servidores da Casa. A cada três dias trabalhados, o funcionário terá direito a uma folga. A medida vale a partir deste sábado (1°).
A licença deverá ser solicitada, não é automática, condicionada ao aval da “respectiva chefia imediata”. Na prática, Alcolumbre abriu espaço para que os servidores possam ter uma escala de trabalho semanal “4×3”, em que o trabalhador tem direito a um dia de folga a cada três dias de trabalho.
Pelo ato, o servidor não poderá tirar mais de dez dias consecutivos de licença e só poderá acumular 20 dias a serem compensados. A licença que não for usufruída prescreverá, ou seja, perderá validade após seis meses do período aquisitivo.
A nova licença valerá para funções com “obrigações peculiares”, que envolvem “o exercício de atribuições de representação institucional”, como de assessoramento jurídico e político-institucional. Terão direito ao benefício, servidores titulares da:
Diretoria-Geral
Secretaria-Geral da Mesa
Gabinete da Presidência
Advocacia
Auditoria
Consultoria Legislativa
Consultoria de Orçamentos, Fiscalização e Controle
Secretaria de Comunicação Social
O benefício valerá para os titulares das funções comissionadas e cargos em comissão dessas áreas, conforme os dias úteis efetivamente trabalhados. A compensação será transferida para o substituto do servidor quando os titulares da função estiverem “formalmente licenciados ou afastados do cargo”.
As ausências, licenças e faltas não serão contabilizadas – exceto casos de licenças maternidade e para o tratamento de saúde, até o limite de 24 meses, cumulativo ao longo do tempo de serviço público.
“Penduricalho”
Os dias de trabalho também poderão ser indenizados, ou seja, “vendidos”. Os valores recebidos não integrarão a base remuneratória para fins previdenciários. A medida abre espaço para o que, no Judiciário, ficou conhecido como “penduricalho” ao salário – benefícios pagos acima do teto do funcionalismo.
No caso da venda dessa licença, o pedido deverá ser feito até o quinto dia útil do mês após o período aquisitivo. O pagamento será concedido à “existência de disponibilidade financeira e orçamentária”.
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E a PETEZADA achando q essa escala ia valer para todos, tá aí, só para a casta privilegiada. A autora do projeto é tão fake quanto o próprio projeto. E tome capim para a PETEZADA comer.
Vagabundagem a galope….
A Praça dos Três Poderes é o P-I-O-R EXEMPLO para quem trabalha de sol a sol para sustentar com seu suor esta PRAGA de poder público!!!
Como a maioria destes vagabundos nada fazem diariamente, não farão falta para o DESandamento do serviços que deveriam fazer. O bom mesmo seria que também não recebessem salários
A marginalha da direita quer voltar ao tempo anterior às leis trabalhistas do ESTADISTA GETÚLIO VARGAS. Como tem escravista nessa direta apoiadora do AGRO escravista.