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Política O presidente do Senado ameaçou convocar o general Heleno para explicar a declaração contra o Congresso

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Davi Alcolumbre (foto) não escondeu seu aborrecimento com a declaração de Heleno

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil
Senador defendeu atuar por um Senado "soberano, autônomo, e independente"(Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), pretende pautar para a primeira sessão da Casa após o carnaval, em 3 de março, requerimento de convocação apresentado pelo líder do PT, Rogério Carvalho (SE), para que o ministro do GSI (Gabinete de Segurança Institucional), general Augusto Heleno, esclareça a declaração em que acusou o Congresso de chantagear o governo.

A aprovação do requerimento para que o ministro vá se explicar no plenário do Senado é por maioria simples – maioria dos presentes – e mesmo quem concorda com o que disse Heleno entende que ele não poderia ter se expressado publicamente daquela forma, pois agravou a já capenga relação entre o governo e o Congresso.

O chefe do GSI considera inadmissível o que qualifica de chantagens do Legislativo para avançar sobre o dinheiro do Executivo: “Não podemos aceitar esses caras chantageando a gente.”

Heleno defendeu que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) deixasse claro à população que está sofrendo uma pressão e “não pode ficar acuado”. A fala de Heleno foi captada em transmissão ao vivo da presidência da República em cerimônia de hasteamento da bandeira no Palácio do Planalto, na manhã de terça-feira (18). Na quarta-feira (19), com a divulgação da declaração pela imprensa, a irritação no Congresso foi generalizada.

“É necessário que o ministro do GSI compareça ao Senado Federal para informar quem são os parlamentares, bancadas, blocos e partidos que estão fazendo tão grave extorsão, bem como no que consiste essa ‘chantagem de alguns parlamentares o tempo todo’. Afinal, há enormes diferenças entre a pressão política derivada diretamente dos freios e contrapesos de um regime democrático que adota a divisão independente e harmônica entre os Poderes e o nefasto ato de chantagear”, argumenta o autor do requerimento.

Geralmente de posicionamento mais governista, Davi Alcolumbre não escondeu seu aborrecimento com a declaração de Heleno. Ao tomar conhecimento do que havia dito o ministro, repetiu que “isso é inacreditável” e relatou a pessoas próximas que se sentiu ofendido.

Publicamente, manifestou-se por uma nota em que dizia que “nenhum ataque à democracia será tolerado pelo Parlamento. O momento, mais do que nunca, é de defesa da democracia, independência e harmonia dos Poderes para trabalhar pelo país. O Congresso Nacional seguirá cumprindo com as suas obrigações”.

Nos bastidores, telefonou imediatamente para os líderes do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), e no Congresso, Eduardo Gomes (MDB-TO). Procurou também o general Luiz Eduardo Ramos, ministro da Secretaria de Governo, e o próprio Bolsonaro.

Alguns senadores tentaram fazer uma ponte para que Alcolumbre e Heleno conversassem, mas o presidente do Senado se recusou, argumentando que, se a ofensa foi pública, o pedido de desculpas também deveria ser.  Como Heleno não voltou atrás da declaração, Alcolumbre está disposto a convocá-lo ao Senado.

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14 Comentários
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Valmir Endruweit
20 de fevereiro de 2020 19:31

Satisfação para um bando de larápios é só o que faltava!!Esse gordinho está naquela cadeira por conveniência de RENANN CALHEIROS, final do ano acaba sua mordomia e estará novamente na mira da Lava Jato.

Ilone Clezar
21 de fevereiro de 2020 00:24

Te cuida, gordo safado!
Não força a corda que ela pode rebentar!
Ah! Como seria bom de ver…

Marilene Leite
22 de fevereiro de 2020 01:22

Esses parlamentares falam o que querem, sem nenhum respeito,, e agora querem que o General Heleno se retrate! Só o que faltava!
General, mantenha sua dignidade e enfrente com firmeza esses traidores da Pátria. Não se esquivar e vá. Em frente!

Jose Benicio de Lima
22 de fevereiro de 2020 10:02

Justiça militar neles

Eberson Fernandes
20 de fevereiro de 2020 17:00

Com todo o respeito ao povo brasileiro, no executivo com GENERAIS DO EXÉRCITO BRASILEIRO , no legislativo com SENADORES E DEPUTADOS FEDERAIS DA REPÚBLICA DO BRASIL, OLHA, tá mais pra um condomínio porta a porta de um bando de desocupados, o povo sem emprego, economia uma b…, segurança pública nos Estados explodiram, e essas comadres de janela discutindo quem falo o que de quem, e agente olhando, ATÉ QUANDO esse fofocaiada VAI.

Noemia Santos
21 de fevereiro de 2020 19:10

Não querem lagar a mamata e se ofendem quando alguem fala a verdade.

Cuthy Marin
22 de fevereiro de 2020 04:11

Olha a cara deste homem, cara de faveleiro, marginal, corrupto. Como é que pode este analfabeto ter chegado ao poder assim ao ponto de desrespetar uma pessoa honorável? Você não chega nem aos pés do ministro Heleno.

Altamir Moreira De Sousa Alves Lopes
22 de fevereiro de 2020 01:24

Alcobosta ordinário lacaio você não representa nada protegendo um bando de ladrões que roubaram país o general está certo se bolsonaro tivesse coragem vocês já estavam atrás das grades

José Costa
20 de fevereiro de 2020 22:55

O Congresso é que deveria dar explicações quanto ao que está fazendo contra o povo brasileiro.

Manoel José Tavares
22 de fevereiro de 2020 14:35

Tenho certeza que os brasileiros que votaram na maioria dos congressistas , estão arrependidos . Pois hoje perceberam que a maioria estavam em cima do muro, e agora estão mostrando todas as suas farcas . Traidores da Pátria !!!!

Dirce Gomes
22 de fevereiro de 2020 18:23

Isso é mais uma vitória com tra o capachos vermelhos.

Lucia Carlos Silva Lucas Lucas
22 de fevereiro de 2020 12:06

#forabandidagem

Maria Elena Werneck Perez
22 de fevereiro de 2020 15:15

Mexeu com GENERAL HELENO VAI TER
QUE SE VÊ COM O POVO 58 MILHÕES TÁ BOM PRA VOCÊ ENTÃO VAMOS VER
SOMOS TODOS GENERAL HELENO

Lídio Luiz Niesciur
23 de fevereiro de 2020 04:30

Sem dúvida o orçamento impositivo incomoda o executivo que inicia o ano sabendo que ao final terá um déficit. Por coerência tenho que concordar com o gen. Augusto Heleno. É uma interferência do Poder Legislativo no Executivo. O presidente conhece muito bem o campo minado que é o Congresso, haja vista, haja vista que em 27 anos como deputado federal, dos 170 projetos apenas 3 viraram Lei. Com essa (im)produtividade eu me sentiria muito frustrado, pegaria meu boné e iria pescar, num lugar fora do alcance do IBAMA.

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