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Mundo Presidente dos Estados Unidos diz acreditar que acordo sobre guerra em Gaza está próximo

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Presidente dos EUA teve reunião com países do Oriente Médio, mas ressaltou que precisa se encontrar com Israel

Foto: Molly Riley/The White House
(Foto: Molly Riley/The White House)

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta quinta-feira (25) que acredita que um acordo para encerrar a guerra na Faixa de Gaza está próximo. “Preciso me encontrar com Israel. Acho que podemos fazer isso. Espero que consigamos. Muitas pessoas estão morrendo, mas queremos os reféns de volta”, afirmou Trump na Casa Branca.

Steve Witkoff, enviado especial dos EUA, pontuou na quarta-feira (24) que Trump havia apresentado um plano de paz de 21 pontos para o Oriente Médio e Gaza durante uma reunião com líderes de vários países de maioria muçulmana, à margem da Assembleia Geral da ONU (Organização das Nações Unidas) desta semana.

Sobre isso, o presidente americano ressaltou: “Como vocês sabem, eu me encontrei com o Catar, a Arábia Saudita, os Emirados Árabes Unidos, nos encontramos com a Jordânia. O Rei da Jordânia estava lá. Tivemos uma reunião realmente ótima. Acho que muita coisa foi decidida naquela reunião”.

Entenda a guerra na Faixa de Gaza

A guerra na Faixa de Gaza começou em 7 outubro de 2023, depois que o Hamas lançou um ataque terrorista contra Israel. Combatentes do grupo radical palestino mataram 1.200 pessoas e sequestraram 251 reféns naquele dia. Então, tropas israelenses deram início a uma grande ofensiva com bombardeios e por terra para tentar recuperar os reféns e acabar com o comando do Hamas.

Os combates resultaram na devastação do território palestino e no deslocamento de cerca de 1,9 milhão de pessoas, o equivalente a mais de 80% da população total da Faixa de Gaza, segundo a UNRWA (Agência das Nações Unidas para os Refugiados Palestinos).

Desde o início da guerra, pelo menos 65 mil palestinos foram mortos, segundo o Ministério da Saúde de Gaza. O ministério, controlado pelo Hamas, não distingue entre civis e combatentes do grupo na contagem, mas afirma que mais da metade dos mortos são mulheres e crianças. Israel diz que pelo menos 20 mil são combatentes do grupo radical.

Parte dos reféns foi recuperada por meio de dois acordos de cessar-fogo, enquanto uma minoria foi recuperada por meio das ações militares.

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Vanderlei Stefani
25 de setembro de 2025 23:28

Passou da hora de acabar com o GENOCÍDIO

Vanderlei Stefani
26 de setembro de 2025 15:17

Israel já matou 50 mil crianças em Gaza, destruiu todos os hospitais, mesmo tendo tecnologia para acertar um míssil em um general iraniano enquanto dorme. Além dos bombardeios, todos os dias Israel mata ao menos 50 palestinos famintos no ponto de distribuição de comida. Isso é sadismo.

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