Terça-feira, 07 de julho de 2026
Por Redação O Sul | 1 de março de 2025
Em relação aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro de 2023, a ministra disse que algumas penas foram “muito elevadas”
Foto: Divulgação/STMEleita presidente do STM (Superior Tribunal Militar), a ministra Maria Elizabeth Rocha afirmou que as Forças Armadas “foram usadas” pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e que isso comprometeu a credibilidade da instituição.
Maria Elizabeth tomará posse no dia 12 de março. Ela afirmou que Bolsonaro, ao assumir a Presidência da República, não tinha uma base parlamentar de apoio que pudesse indicar para os cargos de alto escalão.
“Por ter vindo da caserna, as pessoas de sua confiança eram os militares, para além daquele velho pensamento de que os militares seriam os moderadores do Estado, quando a lógica deveria ser inversa: o poder civil é que deve comandar o militar”, declarou a ministra.
Maria Elizabeth ponderou que, embora Bolsonaro tenha “se valido” das Forças Armadas, alguns militares, de fato, “se beneficiaram, e muito” do protagonismo que ganharam durante o seu governo.
“A Marinha, o Exército e a Aeronáutica acabaram sendo extremamente prejudicados e tiveram a sua credibilidade solapada por causa de um chefe de Estado que se perdeu na condução do governo”, declarou a ministra.
Em relação aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro de 2023, ela disse que algumas penas foram “muito elevadas”, mas que, ainda assim, “ainda é muito precipitado” se falar em anistia.
“O Congresso Nacional pode fazê-lo, o presidente pode até indultar, se quiser. Mas me parece estranho essa discussão da anistia já agora, sendo que nem houve a conclusão de todos os julgamentos”, afirmou. As declarações foram dadas à CNN.
Casada com o general do Exército Romeu Costa Ribeiro Bastos, Maria Elizabeth é a primeira mulher eleita para presidir o STM. Ela é ministra do STM desde 2007. Formada em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, a ministra já foi procuradora federal e é doutora em Direito Constitucional pela Universidade Federal de Minas Gerais. Maria Elizabeth não é militar.
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Eu acho que é bem ao contrário. Os Militares é que tiraram proveito da confiança que Bolsonaro depositou neles porque no congresso só tem Corruptos. Hoje, devem estar orgulhosos de ter como comandante em Chefe um ex-presidiário condenado em três instâncias mas solto por um corrupto e amigo dele. No fundo os militares são mesmo, atualmente, comunistas enrustidos (Melancias-um apelido que lhes cai bem) e merecedores de bater continência a um sujeito que eles perseguiram no passado e que ODEIA militares. Tanto que deu às costas para seu comandante e nossa bandeira no dia da sua posse. PARABÉNS. É claro… Leia mais »
O problema é que o critério para ocupar um cargo dessa importância, não é Pelotas processo da Meritocracia e sim pelo processo político. E o Brasil é isso é o PT do Lula da corrupção etc. Essa senhora segue a cartilha do sistema, apoiado pelo Consórcio de imprensa, GLOBO LIXO, e aqui no Rio Grande do Sul, RBS LIXO.
O problema do País são as Instituições das Forças Armadas, lá só tem corrupção! O poder civil é um exemplo de honestidade e eficiência!!!
A máscara da marginalha da direita golpista caiu. Estão fritos em pouco azeite. Direita sifu…quaquaquaqua
Brasil está. CHEIO de marginais de direita golpista.