Domingo, 04 de outubro de 2026

Porto Alegre

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Política Presidente nacional do PSD usa a expressão “tentativa de golpe” para definir o que houve no País após a eleição de Lula

Compartilhe esta notícia:

Gilberto Kassab avalia que não é bom para o País ter um ex-presidente da República inelegível

Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado
Durante a tramitação do inquérito no STF, Kassab era ministro da Ciência e Tecnologia de Michel Temer. (Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado)

Durante entrevista, o presidente do PSD, Gilberto Kassab, diz que gostaria que o 8 de janeiro não tivesse acontecido, mas usa a expressão “tentativa de golpe” para definir o que aconteceu. Ele defende o centro político comparando com o ser humano.

“O ser humano tem a orelha esquerda, a orelha direita e a cabeça no centro”. Ele diz que o partido tem um projeto presidencial, e define o PSD como um partido que tem um projeto liberal na economia e forte ação social.

O PSD venceu até agora em 882 e tem dez disputas no segundo turno, entre elas duas capitais Belo Horizonte (MG) e Curitiba (PR), Piracicaba (SP), São José dos Campos (SP), Ribeirão Preto (SP), Caucaia (CE), Londrina (PR), Uberaba (MG), Olinda (PE), e Canoas (RS). Ele é considerado o vencedor dessas eleições. Kassab sustenta que o seu partido, o PSD, está “conseguindo conquistar o centro”.

“Eu acho que mais do que a esquerda, o PSD está conseguindo conquistar o centro. São duas candidaturas de oposição às nossas que são de direita, têm o nosso respeito, mas nós vamos vencer as eleições, as pesquisas são muito favoráveis, porque mostra com muita nitidez que o eleitor de centro em Belo Horizonte, o eleitor de centro em Curitiba, ele quer uma proposta mais moderada e os candidatos que abraçam essa moderação do diálogo é justamente o Fuad, em Belo Horizonte e o Eduardo, em Curitiba. Eu acredito que são candidatos atrelados a lideranças importantes no campo da centro-direita, o Eduardo e o Fuad, e que, nessa reta de chegada no segundo turno, estão se distanciando nas pesquisas, porque mostram que o adversário está com dificuldade de avançar no centro, e eles estão avançando com muita nitidez.”

Sobre Bolsonaro, Kassab avalia que não é bom para o País ter um ex-presidente da República inelegível e afirma que a democracia brasileira sofreu uma tentativa de golpe.

É muito triste ver essa situação de esses grandes equívocos ou tentativas de golpe ou golpe com tantas pessoas envolvidas. Eu gostaria muito que isso não tivesse acontecido. Então, vamos aguardar o Judiciário se definir, vamos ver como vai acabar esse processo. Ainda não existe algo definitivo, mas eu acho que não vejo nada no horizonte que mude a decisão do judiciário.

Kassab também abordou a falta de luz no Estado de São Paulo. A concessionária responsável pela energia elétrica na região conseguiu restabelecer o o serviço plenamente apenas nessa quinta-feira (17), seis dias após o temporal que deixou milhões de clientes desabastecidos.

“É evidente que a empresa não presta bom serviço. Isso é claro. Ainda no caminho, vindo para a gravação ouvindo aqui uma das emissoras de rádio dizendo que apenas 1% do que havia sido comprometido pela empresa em termos de poda de árvore foi cumprido. Então, é evidente que falta fiscalização. Uma concessionária precisa ser fiscalizada com muito rigor. E, para ser sincero, as agências brasileiras precisam melhorar a sua postura de fiscalização como um todo, e não é diferente na Aneel”, disse.

“Eu não vou fulanizar, falar de quem é a culpa, mas a Aneel precisa ser mais dura, precisa ver que instrumentos tem o governo federal, a sociedade, para pressionar a Aneel para que ela endureça a sua relação. Eu até, nesse momento, estudando um pouco a questão jurídica, eu não sou advogado, estou entre aqueles que defendem uma intervenção na empresa. Precisa ter uma ação exemplar, o brasileiro quer isso, o paulistano quer isso, precisa efetivamente ter uma punição para que as pessoas entendam que existe fiscalização, que é um país sério, um país que aposta na parceria com o capital privado, com a empresa privada, mas ela não pode apenas ter as suas receitas e não comparecer com as suas obrigações. É o que acontece aqui em São Paulo com a Enel”, explicou. As informações são do jornal O Globo.

 

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Política

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

Nasa identifica 50 “áreas de preocupação” na Estação Espacial Internacional, que está vazando há cinco anos
Justiça encontra contas de sócios da empresa 123milhas sem saldo ao tentar penhorar R$ 385
Pode te interessar