Domingo, 03 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 30 de maio de 2016
A Polícia Civil identificou mais um suspeito de participar do estupro coletivo de uma adolescente, de 16 anos, no Rio, no último dia 21.
A informação foi confirmada pela delegada Cristiana Bento, responsável pelo caso, mas, a identidade do novo suspeito não foi revelada.
Mais cedo, Raí de Souza, de 22 anos, e o jogador de futebol Lucas Perdomo Duarte Santos, de 20, foram presos também por suspeita de participação no crime. Ambos foram detidos no Centro do Rio e encaminhados à Cidade da Polícia, na Zona Norte do Rio.
Raí se entregou à Polícia Civil, na Delegacia da Criança e Adolescente Vítima (DCAV), no Centro do Rio, e Lucas foi preso na Rua Santa Luzia, também no Centro, enquanto concedia entrevista ao SporTV.

Raí de Souza, de 22 anos, também é considerado suspeito de participar do estupro coletivo de uma jovem de 16 anos, no Rio. (Foto: Paulo Campos/Folhapress)
Durante entrevista coletiva, também nesta segunda, a delegada titular da Delegacia da Criança e Adolescente Vítima (DCAV), Cristiana Bento, que assumiu a coordenação do caso neste domingo (29), disse estar convicta de que houve estupro. Segundo ela, as principais provas são o depoimento da vítima e vídeo divulgado nas redes sociais pelos suspeitos.
Apesar disso, a polícia ainda não tem elementos para confirmar a versão de que 33 pessoas participaram do crime. “Minha convicção é que houve estupro. Tanto que está no vídeo. Quero provar agora é a extensão desse estupro. Se foram cinco, dez, trinta”, afirmou a delegada.
Governador em exercício do Rio defende pena de morte
Ainda nesta segunda, o governador em exercício do Rio, Francisco Dornelles, disse que pediu prioridade máxima para a investigação do crime e afirmou que, se dependesse dele, a punição para estupro seria a pena de morte.
“Eu considero o crime de estupro o mais hediondo dos crimes. Se dependesse de mim ele seria punido com a pena de morte. Eu ontem estive com o Fernando Veloso [chefe da Polícia Civil do Rio] e pedi que o estado fosse profundo, para tomar todas as medidas, uma punição… A mais violenta possível. A polícia está fazendo tudo que está ao seu alcance”, afirmou Dornelles. (AG)
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