Sexta-feira, 22 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 27 de setembro de 2022
No ano, o IPCA-15 acumula alta de 4,63% e, em 12 meses, de 7,96%
Foto: Agência BrasilO IPCA-15 (Índice de Preços ao Consumidor Amplo – 15), considerado a prévia da inflação oficial do País, ficou em -0,37% neste mês. Essa foi a segunda deflação consecutiva do indicador. Em agosto, o IPCA-15 chegou a -0,73%.
No ano, o IPCA-15 acumula alta de 4,63% e, em 12 meses, de 7,96%, abaixo dos 9,60% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em setembro de 2021, a taxa foi de 1,14%. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (27) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Apesar da deflação no índice geral, os preços de apenas três dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados recuaram neste mês. A maior influência veio dos Transportes (-2,35%), com impacto de -0,49 ponto percentual. A queda se deve ao recuo dos preços dos combustíveis, principalmente da gasolina.
Também houve baixa nos grupos Comunicação (-2,74%) e Alimentação e Bebidas (-0,47%), com impactos de -0,14 e -0,10 ponto percentual, respectivamente.
No lado das altas, a maior variação veio de Vestuário (1,66%), que acelerou em relação a agosto (0,76%). Destaca-se ainda o grupo Saúde e Cuidados Pessoais (0,94%), que teve a segunda maior variação e o maior impacto positivo (0,12 ponto percentual) no índice de setembro. Os demais grupos ficaram entre as taxas de 0,12% de Educação e 0,83% de Despesas Pessoais.
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Tu é FAKE. Todos os produtos baixaram consideravelmente seus preços. Arroz 5kg 12,79 feijão 3,79 massa 2,79 carne moida 16,99 paleta porco 9,79 coxs sobre coxa 7,99. Tu não fala mais em gasolina né….4,59 litro mais barata do mundo. Bolsonaro 22
Esses que fizeram a pesquisa, nunca entraram em um supermercado. Os preços continuam subindo. Com o salário mínimo, não tem como sobreviver. Nunca antes nesse país, os alimentos estiveram tão carro , e quem paga a conta é o pobre…O AGRO É POP…
SEGUNDO MÊS CONSECUTIVO DEFLAÇÃO. AVANTE BRASIL, BOLSONARO 22.
Tá ruim aqui , vão para Argentina, Venezuela…Impressionante, sempre tem um aqui do time quanto pior melhor…
Vcs são umas piadas, porque tu não fala no preço feijão, arroz, massa, carne, e até o leite voltaram aos mseus preços normais. Pegou 2 produtos fora de época e são mesmo mais caros devido oferta e procura.
Cuanta Mintira Gente?
Na Feira Hoje nun Grande Mercado
En Capão da Canoa
Maçã Fugii 9 Reais
Banana Catura 5 Reais
Parabens Bolsonaro?
Feijão está 3,99 arroz 2,49 massa 2,79 carne moisa 16,99 paleta porco 9,99 coxa sobre coxa 7,99. Se kiser posso te passar dados reais. Ha, comprei hoje banana paguei 3,49. Tá ok
Bidio Roda, em Porto Alegre, no Rissul, dia 24/9 o quilo da banana, era 9,0
Olha, esse Guedes merece um prêmio Nobel! O cara é bom como a muito tempo não se via!
Teus deputados de esquerda apoiaram o orçamento secreto. Ha, antes que fale bobagens é só ir no Google e verificar. Táok.
São mais de 33 milhões de miserávais no Brasil. O país que mais produz alimentos, através de um governo nefasto, louco, insensivel, corrupto, que fez um orçamento secreto para comprar deputados corruptos e sem alma, fica ai se fazendo de bonzinho…só gente pirada ou envolvida nessa falcatrua para aprovar tudo isso aí…mas o povo real, do Brasil real, não cai nesse papinho engana bôbo…tchau querido…LULA, O TERROR DO BOZO…e dos golpistas de uma figa.
Eloa, vc deve ser dona de casa e fazer compras no super como qualquer um de nós né….então é brutal os alimentos com preços muito menores, tanto é que jé estamos no segundo mês com deflação!!! Tu deve saber o que é deflação né…
Como pode mentir tanto? Tudo cada vez mais caro!
Exatamente. Até já defendi numa coluna no Jornal do Comércio o ensino da economia no ensino médio. Por isso que este país tem o número 174 no ranking de educação.
E coloquei o número 174 porque muita gente não entenderia se colocasse centésimo septuagésimo quarto!
É perda de tempo debater com quem lê mas não entende, principalmente se não compreende o básico da economia para saber o que significam os efeitos da entre-safra e das mudanças climáticas (chuvas, secas) na composição do preço dos alimentos produzidos na natureza em algumas regiões com clima inconstante.