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Política Procuradores da República contestam a decisão do ministro Dias Toffoli de anular todas as provas do acordo de leniência da Odebrecht

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Objetivo é anular a decisão do ministro do Supremo Dias Toffoli que invalidou todas as provas da Operação Lava Jato.

Foto: Divulgação
A decisão ocorre em meio a um ambiente de desconforto em relação à condução das investigações. (Foto: Divulgação)

A Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR) recorreu nesta terça-feira (12) para anular a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli que invalidou todas as provas da Operação Lava Jato obtidas nos acordos de leniência da Odebrecht.

No recurso apresentado, a ANPR argumenta que a validade do acordo deve ser mantida. De acordo com o documento da associação, o Ministério Público Federal (MPF) agiu de acordo com a lei ao celebrar os acordos, e as informações obtidas na Suíça e nos Estados Unidos durante as investigações seguiram a tramitação legal de cooperação jurídica.

“Os acordos de colaboração premiada celebrados com diretores e empregados da Odebrecht, que se valeram também de provas extraídas dos sistemas da companhia e que foram entregues voluntariamente, foram firmados pela Procuradoria-Geral da República e homologados pelo próprio Supremo Tribunal Federal, que, na época, reconheceu sua validade”, afirma a ANPR.

Sobre a determinação de Toffoli para abertura de investigação contra ex-procuradores da Lava Jato, a ANPR sustentou que a medida é ilegal. “Tal medida revela uma desmedida malversação do devido processo legal, da ampla defesa e do contraditório”, acrescentou.

Na semana passada, após a decisão do ministro, a Advocacia-Geral da União (AGU) informou que vai criar uma força-tarefa para investigar agentes públicos por desvios de conduta cometidos durante a Operação Lava Jato.

Não há prazo para o julgamento do recurso pelo Supremo.

Entenda

A decisão do ministro do Supremo que anulou todas as provas obtidas no acordo homologado em 2017, poderá causar a anulação de processos contra mais de 400 políticos.

O magistrado determinou que o MPF do Paraná e a 13ª Vara Federal de Curitiba entreguem o conteúdo integral do acordo de leniência. No mesmo despacho, ele apontou que o acordo foi firmado às margens da lei.

O acordo de leniência fechado entre a Odebrecht e o MPF do Paraná previa a devolução de mais de R$ 3 bilhões aos cofres públicos pela empreiteira em 22 anos. O documento também teria apontado provas que levaram o presidente Luiz Inácio Lula da Silva a ser preso.

A decisão de Toffoli atende um pedido da defesa de Lula. O magistrado defendeu que os métodos utilizados pela 13ª Vara Federal de Curitiba e pela força-tarefa da Lava-Jato foram ilegais e devem ser investigados.

“Sob objetivos aparentemente corretos e necessários, mas sem respeito à verdade factual, os agentes públicos que atuaram na Lava-Jato desrespeitaram o devido processo legal, descumpriram decisões judiciais superiores, subverteram provas, agiram com parcialidade e fora de sua esfera de competência”, escreveu.

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Juarez Fogliatto
12 de setembro de 2023 22:09

Vc não deve ser brasileiro! O que está sendo anulado pelo Toffoli prejudica a todos nós, pois foi nosso dinheiro, gerado pelos impostos que pagamos, que foi desviado e roubado. Vc também está sendo prejudicado. Ponha os pés no chão e deixe ser ser cego e fanático!

Carlos Alberto Pugliese
12 de setembro de 2023 22:04

o esquerdoido tá registrado na PE

Sandro Dalla Santa
12 de setembro de 2023 21:14

O amor venceu, imbecil!

Vanderlei Ochoa
12 de setembro de 2023 21:05

Perderam, manés…

Ricardo Recktenwald
12 de setembro de 2023 21:25

Verdade absoluta, mais uma vez, não é a primeira nem será a última, povo mané perdeu e os ladrões, corruptos e mafiosos triunfam. Até podermos chamar nossa terra de pátria, muito ainda terá que ser feito (sofrido).

Jorge Bressan
12 de setembro de 2023 21:34

DEPOIS DA SOLTURA DO NOVE DEDOS NADA QUE VENHA DO NOSSO JUDICIARIO ME SURPREENDE, VIRARAM MILITANTES DECLARADOS.

Carlos Alberto Pugliese
12 de setembro de 2023 22:03

É isso que dá botar um qualquer de juiz do STF, as decisões dele sempre serão esdruxulas, bizarras isso quando a sentença não foi vendida

Juarez Fogliatto
12 de setembro de 2023 22:10

As altas cortes nacionais são imorais em muitos julgamentos, certamente envolvendo enormes vantagens aos srs.magistrados e ministros.

Vanderlei Ochoa
12 de setembro de 2023 22:17

Que prazer em ver a direita bolso-terrorista-golpista-gatuna de jóias podendo pegar um pouqinho de óxigênio nesse caso, para se animar novamente…..hyahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahy

Fernando Krause
13 de setembro de 2023 00:48

Corrupção lulopetista robustamente comprovada sendo vergonhosamente anulada por um ministro que era advogado do partido, foi reprovado em concurso para juiz mas foi colocado lá por quem agora é “absolvido”… Deveria ter se declarado suspeito para tomar qualquer decisão a favor do criminoso condenado por corrupção.
Mas este é o Brasil de Bra$ília, onde NEM TODOS são iguais perante a mesma lei!

Genoveva Assis
13 de setembro de 2023 01:18

Esse advogado bandido de merda merecia uma cadeia.

Paulo Jesus Corrêa
13 de setembro de 2023 14:00

Sempre acreditei que está empresa estava acima de quaisquer suspeitas, apenas se valendo do direito de alguém com algum poder dar um canetaço em prol de sua conduta ilibada!!!

Eloa Guterres
13 de setembro de 2023 15:47

Sempre preso pelo correto. Mas com certeza Empreteiras e outros!! Se venderam para muitos políticos!! Vou citar um entre tantos, que foram provados os roubos Zé Dirceu!

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