Terça-feira, 26 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 2 de setembro de 2016
A produção da indústria brasileira variou 0,1% em julho na comparação com o mês anterior, apresentando o quinto resultado positivo nessa base de comparação e acumulando crescimento de 3,7% nesse período, informou o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta sexta-feira (02). Foram registradas taxas positivas em duas das quatro grandes categorias econômicas e em 11 das 24 atividades.
Já em relação a julho do ano passado, o tombo da produção foi de 6,6%. Apesar do resultado positivo de julho de 2016, a atividade fabril acumula queda de 8,7% nos primeiros sete meses do ano e de 9,6% em 12 meses – a maior desde outubro de 2009, quando chegou a 10,3%.
O IBGE revisou o crescimento de junho para 1,3%. Em maio, o crescimento foi de 0,4%; em abril, de 0,5%; e em março foi revisado para 1,4%. Segundo a entidade, mesmo com o comportamento positivo observado nos últimos cinco meses, a indústria recuperou apenas parte da perda registrada ao longo de 2015 e ainda se encontra 18,2% abaixo do nível recorde alcançado em junho de 2013.
Setores
O destaque ficou por conta dos produtos alimentícios, que avançaram 2%, interrompendo dois meses consecutivos de queda na produção. Outras contribuições positivas vieram de indústrias extrativas (1,6%), equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (5,8%), metalurgia (1,6%), coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (0,4%) e produtos de borracha e de material plástico (1,3%). (AG)
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